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Os teus olhos disseram-me quem eras!

Os teus olhos disseram-me quem eras, o que estavas a sentir, e eu acreditei. Acreditei porque estiveste sempre tu lá, neles. Eras a pessoa que se escondia de mim, que sorria para disfarçar o desconforto e o receio de perder o que ainda nem tinha conquistado. Eras o meu mundo, eu sabia o que significavas para mim e como cada um dos meus desejos se conseguiria desvendar se ao menos estivesses por perto. Eu sabia que se soubesses esperar, eu chegaria, de mansinho, ao teu mundo.

Nos teus olhos tive sempre a sensação do amor intenso que tinhas por mim, não precisando de o dizer, porque de cada vez que sentias vontade de falar, de me falar de ti, os teus olhos quase se afogavam numa água límpida que ameaçava jorrar para fora, inundando-me de todo o turbilhão de que padecias. É dos teus olhos que sinto falta, porque eles nunca me mentiram. Eles olharam-me sempre, tão dentro de mim, que agora me falta tudo, estou vazia e já ninguém me olha mais assim. Agora que te foste e levaste contigo o que…
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Devemos baixar ou subir a fasquia?

Devemos baixar ou subir a fasquia? Boa pergunta! Alguns acham que quando as alternativas começam a escassear, deveremos "comer" com mais osso ou espinhas, aceitando que a carne é cara. Já outros, e depois de se terem melhorado e trabalhado para serem mais, entendem que não deverão aceitar qualquer carapau, ou entremeada. Opá, não sei se isto é da fome, mas falar de comida fez-me sentido.

Cá para mim e desde que presto atenção a uns quantos, percebi que para alguns estarem acima dos outros lhes insufla o ego e confere-lhes uma sensação de enorme poder e talvez por isso, mesmo que outrora tenham sido muito exigentes, analisando todos os comportamentos do sexo oposto, e referindo com toda a convicção que só aceitavam este ou aquele tipo de mulher, porque isto ou porque aquilo, bla bla bla whiskas saquetas, agora desatam a comer até do chão. Arre porra... Querem ver que a terra passou a girar ao contrário, ou será que a dita cuja idade chega tão determinada, que vale mais comer …

Como é que nos curamos dos desamores?

Como é que nos curamos dos desamores? Com doses massivas de "medicação", que até pode arrasar com os outros orgãos, mas que cura a doença imediata e nos liberta do problema maior!

Quando nos arrastamos nas decisões, teimando em querer ver melhor, em esperar pelas surpresas e em achar que até pode ter havido engano, apenas adiamos o inadiável e conservamos uma falsa esperança. Por vezes somos bafejados pela sorte, e quem está do outro lado, quem até já fez as malas e prosseguiu, prova-nos sem qualquer sombra de dúvida que não adianta insistirmos, que já nem estamos mais nos seus planos ou pensamentos e levamos uma bofetada com tanta a força que nos acorda. Pode até doer um pouco, como dói o penso rápido arrancado de uma vez só, mas garanto-vos que resulta, porque as dúvidas vão-se, a capacidade de aceitar o óbvio passa a vir de forma tranquila e recebe-se ordem de soltura. "Vai mulher, faz-te à vida".

Como é que nos curamos dos desamores? A forma nunca é a mesma, mas…

Somos diferentes, pois tá claro!

Somos diferentes. Pois somos mesmo, até para o bem do mundo convém que sejamos. A nossa diferença ainda fará correr muita tinta e permitirá que se escrevam romances épicos e se façam estudos de caso!

Os homens recorrem a formas bem diferentes das mulheres para "sobreviverem" a um desgosto amoroso. Por norma fecham-se em si mesmos, sofrendo em silêncio e esperando que passe, sem que ninguém dê por isso.

Um homem não chora, certo?

Se acham que sim, quem sou eu para contrariar. Têm quase sempre uma razão que ninguém entende e recusam falar sobre o óbvio. Fugir é o melhor remédio e de preferência para outro planeta.

Já as mulheres, gritam e esperneiam, falam de tudo com todos quantos se lhes cruzem no caminho, até com o carteiro, se ele tiver tempo. As mulheres lavam a alma como a usam, com palavras, com choro, muito, com ameaças que raramente cumprem, e depois, depois pronto, arrumam com a coisa e seguem em frente, não sem algum drama digno de novela mexicana. Como já perceberam…

Gente que a gente não reconhece!

Distorções que nos deixam incrédulos. Gente que não se encaixa em lugar algum, porque passa demasiado tempo a olhar para o lado errado da vida de todos. Comportamentos que assustam, pela deformação, mas que terão que servir para nos abrir a pestana.

Gente que a gente não reconhece e nem quer conhecer. Eu sei que não quero. Será que as mudanças climáticas estão a afectar cérebros mais danificados e sem qualquer conteúdo ou massa? Como é que dormem à noite? O que lhes sobra do que tiveram, quando aparentemente nem teriam nada? Gente que a gente não reconhece porque daria demasiado trabalho. Gente que não podemos incluir em lugar algum, porque acabaria, o lugar, demasiado conspurcado, tanto que nenhum detergente o limparia. Gente que tresanda a pequenez emocional e vão lá saber que me cruzo com uns quantos. Gente e gentalha que ocupa mais espaço do que merece e tantos que faziam falta e já partiram...

Por norma quando escrevo assim, há sempre quem me pergunte se estou amarga ou zangada. …

Vou confessar...

Vou confessar que nisto das relações não sei jogar e não entendo as que parecem ter sempre e apenas dois lados opostos!

Não quero ter que pedir para que olhem para mim, já não. Sinto-me numa tranquilidade tão profunda, que por vezes quase que pareço flutuar, e  por isso a ideia de nunca ter quem chegue a ser meu deixou de me perturbar. Cada um de nós terá aquilo para o qual "trabalhar" e o que tiver que nos pertencer, acontecerá com toda a certeza, mas sem forçar e sem ter que implorar.

Gostar de alguém, sentindo, nem sempre de imediato, que será com ela e por ela que conseguiremos superar o que vier, faz com que tudo se encaixe, mas nunca pela imposição, porque quando não estiver claro para uma, não estará onde deve. Gostar de alguém é um acto tão natural como respirar, e sem ar ninguém vive. Gostar de alguém é ter certezas, não deixando que o medo se instale. Gostar de alguém é perceber que poderemos ter o prazo que cada um se atribuir.

Tudo é tão efémero e tão frágil, que p…

Brindando com uma taça de vinho na mão!

Brindando com uma taça de vinho na mão. Com o cenário perfeito por trás, tu. Com a pessoa que faz de mim uma bem melhor. Com a chuva lá fora, mas cheia de sol dentro, de mim e de nós. Com todo o amor que te tenho e a certeza de que me amas de volta. Com a força que me passas e eu te devolvo. Contigo, hoje e enquanto nos reconhecermos!

Vai sempre bastar uma única palavra para que o que fazemos bem comece. Não precisamos de muito para nos superarmos, porque sabemos do que é feito o outro e cuidamos de nos cuidar, da mesma maneira e ao mesmo tempo. Fazemos o que deve ser feito para que nada fique para lá do que queremos e ouvimos, com toda a atenção, o que o outro tem para dizer.

Brindando com uma taça de vinho na mão, sem motivo, mas com todos os que nos trouxeram até aqui, desejamos o que é suposto a quem amamos. Vida longa. Muita saúde. Amor aos magotes, Sorrisos daqui até à lua. Toques de seda, no corpo e no coração. Razões para nunca as deixarmos de ter. Confiança, respeito e olhares…