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Tempos e momentos!

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A nossa relação já tem dois anos, parece que passou a correr, mas na verdade todos os dias serviram para sabermos um pouco mais um do outro. Agora já não fazemos amor sofregamente ou ansiosos, agora gozamos todos os segundos que antecedem o que nos deixa saciados e com mais vontade de nós. Agora consigo resistir a todas as tuas carícias, que prolongas para me enlouquecer. Agora também eu já me prolongo em todos os pedaços do teu corpo, seguindo os teus movimentos, sugando-te e sentindo-te...

É tão bom quando duas pessoas se aprendem a conhecer e a gostar, quando olham e conseguem ver para além do que se diz e do que se mostra.

Hoje, nos teus braços, enquanto dançamos uma música suave, sinto as tuas mãos que me afagam e procuram todas as curvas do meu corpo. Os nossos movimentos ritmados, os olhos que cerro para manter estes momentos aqui e agora. Os cabelos com que te afago, enquanto te sussurro que és tu o homem que quero, o único que me consegue fazer-me sentir mais mulher. A nossa relação cresceu, serenou e caminha para o único lugar que conseguimos visualizar, para aqui, onde estamos agora, juntos, a dançar ao som do Michael Bolton, "When a man loves a woman"!

Quando um homem e uma mulher se amam, nada mais importa, porque tudo se supera. A lua transforma-se em sol e as nuvens afastam-se para nos deixar passar. Não estou certamente mais lamechas, apenas consigo sentir e viver todos os momentos que construo contigo!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

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Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…