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Home Alone...



É duro, por vezes, acabar sozinha, em casa, em alturas especiais, quando tanto mundo acontece lá fora!

As escolhas são isso mesmo, e nem sempre trazem um final feliz, mas há que nos guiarmos pelas convicções, pelo que consideramos certo, se não que mais nos resta?

De repente somos um casal, para o bem e para o mal, partilhamos tudo, sentimos a dobrar, cuidamos de outra pessoa para além de nós mesmas, damos amor, muito mais do que conseguimos receber, mas sentimo-nos felizes, a maior parte do tempo, até que finalmente, um dia, as luzes apagam-se, o glamour vai-se, e nada faz mais sentido.

Sozinha, bebendo devagar o meu vinho, recordo-me sobretudo do que eu era, e do que me tornei quando deixei que me apagassem, que me misturassem numa enorme taça de vidas planeadas.

Como se cura um coração que agora sofre? Não sei ainda, mas vou ter que aprender.

Lá fora a chuva arrefece-me por dentro, estou cansada de te querer sem volta, preciso de conseguir que o meu coração pare de sofrer, quero-o de volta, feliz, "opened, mine again".

Até saber como se cura o meu coração partido, vou ficando, sozinha, no meu canto, tentando não me apagar de vez!




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Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta