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Relações versus emoções!





Estava a ler no blog da Paula Novais (Diário de um Batom), a pergunta que todos nós, certamente nos colocaremos, em alguma situação da nossa vida, "o que estará alguém disposto a fazer por nós"? Pergunta fantástica, sobretudo porque quando analisamos os comportamentos, entendemos os sentimentos.

Do que adianta afinal que nos jurem amor eterno, que digam que somos "the one", se depois não são capazes de o mostrar, de se darem, de correrem atrás de nós, de nos pedirem para que fiquemos, apenas porque existirmos é o que faz a vida ser melhor, mais completa?

O desacreditar passa por esta sucessão de comportamentos, pela incapacidade natural que muitas pessoas têm, de não "perseguirem" quem amam. Quando se quer muito, não se desiste, procura-se ajustar, realçam-se as características e amenizam-se as incapacidades. Amar é o que nos mantém vivos, a respirar, a desejar que os sonhos se concretizem, é o que nos dá forças para escalar montanhas, para esperar pelo amanhã que nos trará mais do muito que desejamos. Quando esbarramos em pessoas que nos fazem sentir o contrário, desacreditamos, escolhemos as armas e passamos à defensiva, mas olhem que é possível, haverá sempre, algures, alguém que nos consiga amar na mesma proporção.

Eu sei que também tenho alguns ajustes a fazer, mas já prometi a mim mesma que desta vez não desistirei à primeira!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

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Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…