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A começar..

Agora, o meu ano novo. Estou para regressar ao trabalho, após loooongos dias de férias, que me deixaram entre o tranquila, a restaurar-me, e o desesperada, como só podem ficar as mentes inquietas, as almas que nunca sossegam porque desejam muito mais do que estão a conseguir.



Amanhã vou reiniciar as minhas rotinas e avançar para projectos que este ano terão que acontecer, porque o meu deadline é agora. Não sei estar quieta, não sei contentar-me apenas com o que vejo, quero entrar, participar, ter parte do mundo no qual me revejo, ohh yes I do.

Esta sou eu, e quando acordo, logo pela manhã, quer tenha ou não dormido o suficiente, reconheço-me mal me consigo escutar, e para mim estou sempre atenta. A minha voz é a que me acalma e me diz como e por onde tenho que ir, até quando me dirige mal, sabe sempre que o fez porque aquela sou eu, esta sou eu.

Os dias negam-me o sol de que necessito para ter mais força, para querer continuar nesta demanda nada fácil, mas já me consegui adaptar, e acabo a encontrá-lo onde ele está realmente, porque não o ver, não significa que não continue a nascer.

Aqui vou eu, a começar uma vida nova, vamos ver quem irá estar comigo!

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Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

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Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

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