Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de Março, 2014

Warm inside!

Building my own words, being able to know what you have brought me, the way all of me makes sense if I have you around.

Sometimes I feel as if words can´t tell enough, give me enough. Words are not just what I have left, I have me, myself, inside. I am learning how to bring them together, how to see without lights on, I´m learning to believe in you, not to be scared, to be free.

Amazing the power of your voice, the way it touches me so deep I can change, revolve, go further, higher, longer...

I am warm inside today, all the cold has vanished, I hope I can keep it away to stay strong and brave!

Procuro!

O quê exactamente?

Supostamente não deveriam existir exigências, restrições, condicionantes, para as relações, mas a cada dia que passa acredito mais na sua necessidade, sobretudo a de entender que quero e preciso de alguém que me complete, que esteja para mim na mesma proporção, inteiro.
Bem, eu vou tentar aligeirar a coisa e pedir ao Universo como se do Pai Natal se tratasse.
QUERO ALGUÉM:
LIVRE de corpo, alma e estado civil. Com 2 dedos de testa, que consiga articular algumas palavras, capaz de usar vírgulas e pontos de exclamação. Alguém que tenha vida própria, com muitos mundos no mundo que queira partilhar comigo. Com sentido de humor, às pazadas e com capacidade de rir até de si mesmo. Que saiba ouvir, ouvir-me, que se cale para me escutar e que fale para me sossegar.
Ainda não desisti de encontrar quem não receie o que sente e o consiga dizer. Quem me passe a sensação de tranquilidade, de mar calmo, para contrapor ao meu sempre revolto. Quem me dê colo, mas me arraste quando me…

Às vezes sinto...

de forma bem estranha, que consegui amadurecer ainda um pouco mais!



A minha natureza conciliadora, a tranquilidade que passo aos outros, a forma como os consigo ver realmente, faz com que me procurem, mesmo que com o olhar, que se apoiem em mim e esperem que tenha sempre solução e uma palavra sábia. Os meus dias são passados assim. Logo que chego, tenho o cuidado de procurar toda a gente de lhes mostrar que são importantes na cadeia que criámos e que basta a ausência de um para que tudo se desiquilibre.

Mesmo que alguns sejam mais problemáticos, temos de todo o tipo, eu sei como me dirigir a cada um, e como poderei contribuir para que se sintam um pouco melhor. Já cheguei a ficar até mais tarde apenas para apaziguar alguns, para permitir que pudessem deitar para fora o que os atormentava, para os fazer rir...

Às tantas é porque não tenho vida própria, mas não consigo deixar de me importar com quem me rodeia, de dar a cada um o pedaço de tempo de que necessitam, acabando também eu mais…

Saudades de ti!

- Ainda te lembras de mim querida?

Fiquei a olhar, estarrecida, para a frase que me estava a trazer-te de volta, escrevia e apagava a resposta vezes sem conta, receosa de não usar a correcta, a que conseguiria  mostrar o quanto a tinha esperado.

- Como é que te poderia esquecer?
- Estás bem? Preciso de te ver, tenho saudades de ti e já estou cansado de fingir que não existes, que a tua vida não esteve na minha.
- Eu estou aqui, estive sempre, se me queres ver basta que o peças.
- E virás?
- Sim, vou, tu sabes que sim.
- Posso ligar-te?

Eu ainda não tinha respondido e o telefone já tocava. Existem timbres que nos entram bem dentro, que se misturam com o que somos e acabam a permitir-nos sensações que não se explicam. O que aconteceu a seguir, durante as horas que falámos sem conseguir interromper os pensamentos, as perguntas, as dúvidas que nos assolavam, bastou para que nos recuperássemos, para que pudessemos sentir-nos de novo.

- Já entendeste porque fugi de ti?
- Não. O que entendi…

Dizer o que sinto...

Dizer o que sinto, será que posso e devo?Talvez devesse esperar que soubesses ler nas entrelinhas, mas eu e a minha mania de usar as palavras com os meus sons, por vezes assusto quem as "escuta", no entanto já me arrependi mais do que deixei por dizer, do que daquilo que digo realmente!
Dizer o que sinto funciona bem para mim, só gostaria que me conseguisses ler como a um livro aberto, que estivesses de volta quando eu ainda ia para lá, que soubesses, sobretudo tu, quando estou feliz, triste, assustada, incapaz de funcionar, menos eu, que me tocasses para sentir a temperatura do corpo que te pertence...
Contigo queria não precisar de dizer o que sinto, porque já deveríamos ter falado de tudo, sabido de nós, sentindo-nos o bastante para que as palavras saíssem apenas e só quando fizessem falta!

Por tudo...

O que já passámos juntos, por saber que me entendes como te entendo a ti!



Sempre e de cada vez que o que somos se toca, que a metade que a tua metade reconhece se volta a unir, todas as dúvidas se desvanecem e o que esperava chega.
Se não nos amássemos já, depois de tudo o que conseguimos ter e ser, então jamais seria possível amarmo-nos realmente!

Primavera na Alma!

Já o sentiram alguma vez? Tudo lá fora pode até estar como o dia de hoje, nublado, mas a alma, essa, fica a brilhar, com um sol radioso, com sorrisos que não desaparecem, nem dos lábios, nem dos olhos!



Quando se consegue ter a sensação de que as peças se encaixam, que o que fazemos tem sentido, que o caminho só pode ser o que percorremos, a calma instala-se, a capacidade de filtrar o que não conta,o que não presta, o que não acrescenta nada de relevante, amplia-se e passa a dirigir-nos, a comandar-nos.

Hoje estou com carga a menos, totalmente absorta, mas sem qualquer inquietação. Já sei o que preciso de fazer, por mim, agora é tudo uma questão de agenda.

Vem aí a Primavera e com ela a renovação. Vem aí o período que me caracteriza, o tempo que reconheço e me faz voltar a "casa", chega hoje e eu já o senti!

Só me cabe a mim...

Só me cabe a mim, decidir, escolher e entender!

Não gosto de não me poder rir, de não ter como usufruir do meu astral que quero sempre em alta, amo a vida, o que ela me oferece, as pessoas que estão no meu percurso, gosto de mim, a maior parte do tempo.
Eu até sou de compreensão bastante rápida, por norma quando estão a ir eu já venho de volta, assim sendo vou eu decidir, por ti também e entendendo que não sabes como o fazer. Os dias nunca poderão ser iguais, mas quando nos movimentamos em determinada direcção, só poderá avançar e nunca recuar, é assim que EU o entendo, mas esta sou eu e não tenho como passar o que tenho a quem lhe falta.
Nunca cesso de me surpreender com a minha capacidade de aceitar o que chega e de continuar de cada vez que tenho que me afastar. Nunca me impus a quem quer que seja e não será agora, sobretudo agora, que já sei o que NÃO quero para mim, que o irei fazer.
Só me cabe a mim, por isso mesmo sou eu que decido então!

Vou culpá-la!

Vou culpá-la! À lua, até que me dá algum jeito, liberta-me de estar a sentir o que talvez não devesse, mas não tenho como evitar. Chegou a hora, até eu já o entendi. Se não estás comigo, ficas sem mim, descarto-te porque já te pedi demasiado, já me entreguei ansiosa e não te mostraste capaz, à altura!

Chegou a hora de voltar ao ponto de partida e de recomeçar. Certamente que existirá alguém que se consiga encaixar no que espero e preciso. O tempo, o meu tempo de luto passou, vou abrir a mente para estar, a cada dia, como me imagino e sei que mereço. A pessoa que me saberá ouvir, ler, aninhar, existe e eu preciso de a deixar chegar até mim.

São já quase cinco anos de avaliações, de lágrimas que me curaram e reafirmaram que eu tinha razão, que este era o caminho e que o que escolhi foi porque precisava de mim inteira, de conseguir ter em pleno a outra metade de mim.

Estive até hoje a lamentar que não sejas tu, mas talvez porque a lua chega amanhã em pleno, cheia de força, aceitei que o …

Estás aqui?

O convite para o jantar e saída sem hora de regressar estava feito há duas semanas e durante todo esse tempo fui tentando fugir dele, ensaiando desculpas, mas o bom do Jorge não me permitiu vacilar e foi buscar-me bem antes da hora combinada.

- Achaste que eu não iria? - Não te conheço já miúda? - Não sei se estou preparada e tu melhor que ninguém o deverias compreender. - Estás sim, todos nós olharemos por ti. Um dia terias que resolver esta situação e hoje é um bom dia, como qualquer outro.
Até nos meus sonhos eu tentava exorcizar o meu medo de o voltar a ver. Fora acusada de egoísmo, de não conseguir amar o bastante para o seguir até ao fim do mundo e a verdade é que não conseguira porque também gosto de mim, muito por sinal. Não o segui porque tenho vida própria e porque ficaria aqui, como estou agora, à espera que regressasse, mas entendeu que seria assim ou não de todo e acabámos a apagar, em segundos, após trocas de palavras bem amargas, anos de cumplicidade, tanto cuidado, te…

Deep...

Fica-me por vezes esta sensação profunda da responsabilidade que tenho para com os meus. Num mundo onde tudo pode simplesmente correr mal, será que estarei à altura de os defender, de cuidar, e preparar?

Hoje, após uma sessão maravilhosa de cinema em casa, onde os 4 usufrímos da companhia de todos e durante a qual me deparei com o medo interior de ser eu a cuidadora, senti que gostava de os conseguir ensinar a entender porque razão o meu tempo corre sempre na sua direcção, que preciso que também eles desenvolvam o sentimento de cuidado uns pelos outros, que entendam a importância de nos conhecermos bem, de sabermos das nossas rotinas e da forma como cada um pensa e sente, pois isso será certamente valioso no futuro.

Não é de todo descabido, porque longe vão os dias da segurança, de nos conhecermos todos e de sabermos de todos. Os meus sentidos hoje ficaram em alerta, bem como o desejo de estar mais capaz de os proteger e de nos proteger. Estou a olhar para cada um agora e a pensar no…

Sim eu sei...

Eu sinto-te, sei porque me foges, porque não estás a determinados dias da semana, são sempre os mesmos, viram-te do avesso, mudam-te o foco...

Não, não me estás a enganar, não tens porque o fazer, não me deves nada, nem explicações, nem tempo ou sequer as palavras que não te saiam naturalmente, mas tu sabes, ou deverias saber, que te quero ver bem e que jamais te pedirei o que não consegues dar.

Mais um dia numa semana em que quiseste ir para quem na verdade te consegue dar o que precisas. Essa não sou eu, jamais o serei, até ou se o decidires, quem sabe, algures num percurso que insistes em manter, mudar de ideias, de rota, de foco. Nessa altura eu certamente já não estarei mais aqui, mas não tenho mágoas, nunca consigo ficar mal, a querer mal, quem me entrou pela porta principal e me abanou tanto que até os olhos passaram a brilhar com mais intensidade.

Pára de fugir de ti, assume-te, luta com todas as armas,  usa o que já te consegui passar, usa as palavras cujo poder reconheces, …

Quase, quase...

Faltam poucos dias para que nos lembrem um pouco mais, para que desatem a  repisar sobre as nossas capacidades, no muito que somos e damos, blá blá blá...

Não há dúvida que ser Mulher é verdadeiramente espantoso, somos uma força da natureza, conseguimos fazer acontecer, multiplicamos e desmultiplicamo-nos em tarefas que permitem deixar tudo a funcionar. Amamos com um coração que se insufla e abre espaço sempre para a entrada de mais um, dois, muitos, mas não se iludam porque também odiamos na mesma proporção.

Vou ficando cada dia mais orgulhosa da grande maioria de nós, já estamos mais solidárias, já nos vamos criticando menos e apoiando mais, estamos a conseguir crescer, a dominar no mercado de trabalho, a ter excelentes resultados académicos. Olho para mim e para as que se vão cruzando na minha vida e respiro a determinação, os desejos que nos movem, os sonhos que nos colocam os risos na cara, a maternidade que nos engrandece e nos torna mais bonitas ainda. É sobretudo esse amor qu…

Não entendo...

Porque me deixas assim, tranquila, serena, sem medos, mas...



Os mas da vida nunca desaparecerão e os meus por vezes ficam do tamanho da minha vontade, ou seja, gigantes!

Tu vieste com o pacote completo, cheio de tudo o que não posso ter, demasiado longe, mesmo que te sinta perto. Fico tranquila se não te sonhar para a frente, consigo flutuar no prazer de te escutar, saber como respiras, de que forma vês o mundo, mas, aí vem o mas outra vez, mas não estou convencida...

Tenho-me sentido crescer, amadurecer, olhar mais para mim, cimentando tudo o que quero realmente e o que quero é ter alguém que me pertença, sem pontas soltas, inteiro. Eu "grito" quando o encontrar!


Damn me!

Damn me for always wanting what I can´t have, for being at the wrong place at the wrong time, for searching for who will never come! It´s easy to love, to see who apparently does not see me back, it´s easy to sit here waiting, wanting and believing that you´ll end up coming, but I will eventually know that it´s not for me, not yet, not now, not you...
Damn me for not getting tired of trying, why can´t I just give it up, look the other way, accept my inability to bring you here? I want to keep on dreaming, but God knows how hard it´s getting and that I am almost losing it, losing me.
Damn me!