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Mais?


Não sei se é possível, se eu for e der muito mais, certamente que acabarei a explodir, mas não me imagino de outra forma, não quero os meus dias diferentes, terão e deverão ser sempre assim, tão intensos quanto o sou eu mesma. Só me mantenho se tiver a capacidade de me superar, de acabar exausta e com a sensação de que poderia ter feito bem mais, dito mais ainda e amado por dois, três, por todos aqueles que ainda se refugiam na incapacidade de sentirem a única coisa que realmente faz sentido.

Por vezes ainda tenho a veleidade de achar que poderei receber dos outros, de ti, tanto quanto posso dar, mas acordo depressa e percebo que como eu, só eu mesma e que se me estiver destinado quem consiga encher-me os dias, de sol, palavras, cuidado, tempo, se eu encontrar quem saiba caminhar ao meu lado, rindo das mesmas coisas, esperando sem desesperar, acordando feliz por me ter e adormecendo tranquilo por saber que estarei aqui amanhã, eu deixarei apenas de querer mais e passarei a ter, a estar aqui com outras palavras que dirão sempre e só o mesmo, que se não for para ter tudo, então não quero nada!


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Quando já não importar!

Se eu passar mais do que 2 horas sem pensar em ti. Se não apareceres nos meus sonhos. Se deixar de te chamar à atenção pelo que me falhas dar. Se procurar programas que não te incluam, então é porque deixei de me importar e quando acontecer, já nada poderá colar as peças outra vez. Isto é o que chamo de sobrevivência emocional!

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Parece que estou mais velha. Pois!

Mais 1 ano e este passou a uma velocidade assustadora. De repente estou mais velha e atravesso, como se estivesse numa outra dimensão, tempestades, mas pareço sobreviver a cada uma.

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