Avançar para o conteúdo principal

Dias contigo dentro!

Feelme/Dias contigo dentro!Tema:Me!
Imagem retirada da internet

Tenho a sensação de que estive isolada, do mundo, durante 3 dias. Durante mais de 4320 minutos, fomos apenas nós os dois, nem me consigo lembrar de qualquer outra coisa que tenha acontecido no decorrer de tantas conversas, longas, quentes e envoltas no que somos ambos.

Bateste-me aos pontos, só podia mesmo, porque eu tenho sempre um medo terrível de ultrapassar a barreira do razoável. Quando as palavras quando saem, ficamos sem forma de as trazer de volta, está dito, está dito...

Quem é que me iria dizer, nesta altura da minha vida, que chegaria alguém como tu, com todo esse fogo que te consome e a todos ao teu redor e me farias questionar o que ando a fazer aqui, porque sou sempre tão contida, porque me encolho e continuo a dosear-me? Deste-me tudo, muito e eu recebi, fechei os olhos e embarquei, sem sequer olhar para o destino do navio, forçando-me a acreditar que se eu permitisse, seria natural e aconteceria. Ah, mas como eu me conheço, quando não estou confortável, quando o corpo reage ao que o coração pede, mas a mente não deixa, entro em ebulição, fico a lutar comigo mesma, vencendo, até hoje, a sensata.

Vamos ver como me reajusto agora, quanto tempo demoro a voltar ao lugar de partida. Fui, tive muito, mas voltei rápido, a temer pisar o pedaço de chão de onde já não poderia recuar mais.

Estes dias contigo dentro equivaleram a muitas viagens numa montanha russa e ainda estou zonza!


Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…