Avançar para o conteúdo principal

E agora?

Resultado de imagem para woman lying on bed
Feelme/E agora?Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet

O que faço quando acordo contigo tanto em mim que quase te consigo tocar?


As noites são sempre aquietadas porque estás no meu sono reparador, nos sonhos que desejo prolongar para que te faça e te tenha como e enquanto o desejar, mas as manhãs, quando elas chegam e não te tenho, quando vejo que o teu calor e toque ficaram para lá do sonho que talvez consiga voltar a repetir, arrepio-me, estremeço do medo que causa não estares do meu lado.

Hoje foi mais uma manhã difícil, em que mesmo tudo o que se me impõe fazer nunca te afasta do meu pensamento. Hoje fui correr para me libertar de um desejo que fazes crescer apenas com o som da tua voz, a que me soa meiga, determinada, apaixonada, por mim, mas não chegou e ainda dancei, dancei até que o meu corpo me gritou que parasse.

Estamos literalmente dentro de um furacão, de mãos dadas a querer que tudo sossegue para nos podermos saber e ouvir, mas por ora, por ora tudo é demasiado veloz e intenso para que pensemos de forma racional.

Eu sabia, tu também, que não iria ser fácil, que as nossas energias que tantas vezes chocaram, se uniriam para nos cimentarem este amor que cresce, não tão devagar como desejaria, mas a uma velocidade que me empurra, que me força a dizer-te tudo, a não me esconder e a fazer as escolhas que me devia, há muito, para finalmente ser a tua metade.

Não tenho modelo, nem forma de te comparar com quem quer que sejas, és único, tens TUDO onde e como o desejei a minha vida inteira e não abrirei mão de ti, nem me atreverei a pensar demasiado porque o meu maior medo agora é não te ter!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…