2.2.15

Não te entendo...



Vais e vens, acreditando que o podes fazer, porque te apetece, porque te faço falta, porque me queres sentir, mas aviso-te já que não funciona assim, não comigo!

Já me tiveste, no teu tempo, naquele em que te permiti que fizesses o que era suposto, não tendo, em nenhum momento, tentado passar-te outra que não eu. Sempre percebeste do que era feita, mas insististe...Tinhas que ter-lhe dado bom uso, ao tempo, claro está, mas foste demasiado pequeno, foste um miúdo, como tantas vezes te chamei e agora não há mais nada a fazer.

Não te quero saber mal, já foste importante para mim, por isso preciso que te arrumes e sigas em frente, porque também já  o fiz. Não te desgastes, tomaste apenas uma má decisão, outras se seguirão, nada de grave.

Volto a dizer, a ti, que quando arrumo, está arrumado!