6.5.15

Mudo-te...




Mudo-te e mudas-me a mim também, devagarinho, com passos certos e seguros!

Quero saber como me posso ajustar. De que forma precisas de mim, para te acrescentar mais à vida que tens, que escolheste e onde ainda não caibo eu, não na totalidade. Quero que me ensines a amar-te devagar, a saber usufruir do que nos chega a ambos e a conseguir que me baste até te voltar a ter.

Eu sei que o que sou fará de ti um homem mais completo. Sei que a forma como gosto de ti te deixará a querer mais, a não precisar de ir "lá fora", porque eu encher-te-ei de TUDO. Eu farei o que precisar de ser feito para que sejas o homem que preciso. É o dar e o receber. O ir e o voltar para casa, para dentro de nós, para o que faz de nós estes seres que se querem encaixar.

Deixa-me mudar-te um pouco. Deixa que te ensine a amar-me. Deixa-me tocar-te por dentro, enquanto o meu corpo se move no teu. Deixa-me ser a mulher que imaginaste, prometo que consigo, que me entrego inteira e que não desisto de ti, porque estaria a desistir de mim mesma.

Muda-te comigo, anda!