Avançar para o conteúdo principal

A zeros!

Feelme/A zeros! Tema:Me!
Imagem retirada da internet

Reverter o contador, pô-lo a zeros e recomeçar!

Não deveríamos ter que explicar o que já tivéssemos feito, quando não nos entendem, então talvez nunca nos tenham amado. Será mesmo assim? Não. Por vezes não falham ver-nos, mas a pequenez, a incapacidade de terem apenas uma mulher, de cada vez, e de se deixarem amar como ainda não experimentaram, mostra-nos, aos que estão do lado de cá, que foram tendo apenas pedaços, migalhas, restos e por isso deram na mesma proporção.

Estou a zeros, de alma lavada, a saber que tenho o que faz falta, que sou quem mereço. Sei que preencho qualquer falha e que não me desbarato, não divido camas apenas por me sentir só, sou EU em todos os momentos, até com as minhas recusas, mas sou EU e ninguém terá porque duvidar.

Sou nova, outra vez, mais solta, não tenho que te procurar, que tentar saber de ti, tirei-te da pele, percebi que nunca tinha estado na tua e senti uma vergonha que quase me fez encolher a um canto e desejar morrer.
Sou a que conheceste antes, mas numa versão melhorada, muito mais pronta, mas sempre com o mesmo carácter e sabendo, agora ainda mais, que não quero magoar ninguém, nem deixar marcas que me sujem a alma. Quero tão somente amar como só eu sei e quero a certeza de que me tiveram, porque me dei.

Já respiro melhor. Já caminho mais confiante e dou comigo a sorrir por dentro, tanto que não me impeço de sorrir por fora. Deixei-te no teu lugar, no mesmo de onde nunca te atreveste a sair. Deixei a tua incapacidade de chegares até a mim e de ficares realmente. Mas deixei, também,  de ter medo que me ficasses dentro, para sempre, e que te fosse sentir, de forma desmedida, a falta.

Estou a recomeçar, do zero, sem recear que seja eu primeiro, e até estar tão reconstruída que o próximo amor se encaixe, de forma natural, como se tivesse estado sempre assim, aqui, comigo. Já te foste, mas eu fiquei e estou a recomeçar!

Mensagens populares deste blogue

Quando já não importar!

Se eu passar mais do que 2 horas sem pensar em ti. Se não apareceres nos meus sonhos. Se deixar de te chamar à atenção pelo que me falhas dar. Se procurar programas que não te incluam, então é porque deixei de me importar e quando acontecer, já nada poderá colar as peças outra vez. Isto é o que chamo de sobrevivência emocional!

Quando entrei na tua vida, foi para ocupar o espaço que tinhas vazio. Foi para me acrescentar, dando-te até o que não te atreveste a pedir e é apenas assim que concebo uma relação. Quando entrei na tua vida foi para termos muito de nós para cada um. Uma relação deverá incluir-nos em todos os momentos, crescendo connosco, sobrando em prazer e em partilha. Numa relação ampliamos o desejo de nunca sairmos um do outro, criando um lugar e um espaço que será apenas e sempre nosso. Uma relação será incluirmos os que já faziam parte da nossa vida, os meus e os teus, aprendendo a misturá-los e usufruindo do que nos oferecem.

Se não te tive antes, se não comecei, lá atr…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta