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Masoquismo = a doença!

Feelme/Masoquismo = a doença! Etiquetas: Pensamentos!
Imagem retirada da internet

Já nem sequer é rara, porque cada vez mais e mais pessoas parecem gostar de sofrer, de sentir uma nostalgia que os leve a ver novelas mexicanas e a chorarem no ombro dos amigos, com frases a acompanhar, do género "ela não podia ser minha", " vai ficar para sempre em mim"...bla bla bla...

PLEAAAASE!

Onde foi que eu errei meu DEUS, para só esbarrar em gente lamechas? Que raio de castigo é este?Mas afinal o que é que os move, e porque razão gostam de se "lambuzarem" em comiserações, em sentimentos da treta e em amores impossíveis? Sabem em que século se escreveu "Romeu e Julieta"? Tenham dó...

Estou com pouca paciência para quem prefere a mágoazinha para se alimentar, do que a vontade de viver, de tocar, de beijar, e de amar alguém, MESMO. Larguem-me a braguilha que eu já dobrei a esquina, já estou longe.

Se querem, querem, se não, desamparem a loja, vão morrer longe. Calma gente, não estou zangada, não mesmo, estou pasmada com os filmes que vejo por aí e é com cada realizador. Continuo a dizer que a maior vantagem de todos estes dramas, é a matéria infindável que me fornecem, não tarda tenho mais 2 romances escritos, daqueles de faca e alguidar, com muito choro. Preparem os lenços!

Já me ri tanto, mas tanto, que até fiquei com uma dor igual à que sempre me ataca quando exagero na corrida. Bem feita. É para eu não gozar com os "desgraçadinhos"!

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Quando já não importar!

Se eu passar mais do que 2 horas sem pensar em ti. Se não apareceres nos meus sonhos. Se deixar de te chamar à atenção pelo que me falhas dar. Se procurar programas que não te incluam, então é porque deixei de me importar e quando acontecer, já nada poderá colar as peças outra vez. Isto é o que chamo de sobrevivência emocional!

Quando entrei na tua vida, foi para ocupar o espaço que tinhas vazio. Foi para me acrescentar, dando-te até o que não te atreveste a pedir e é apenas assim que concebo uma relação. Quando entrei na tua vida foi para termos muito de nós para cada um. Uma relação deverá incluir-nos em todos os momentos, crescendo connosco, sobrando em prazer e em partilha. Numa relação ampliamos o desejo de nunca sairmos um do outro, criando um lugar e um espaço que será apenas e sempre nosso. Uma relação será incluirmos os que já faziam parte da nossa vida, os meus e os teus, aprendendo a misturá-los e usufruindo do que nos oferecem.

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Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta