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Mudamos, sim!

Feelme/Mudamos, sim!


Todos nós, em cada percurso, uns menos do que outros, mas mudamos, evoluímos, ou deixamo-nos, simplesmente, ir, aceitando a nossa carapaça, passando a viver de acordo com a imagem que criámos, e não admitindo retirar uma vírgula!

Exige-se alguma consistência na forma como encaramos a vida e as pessoas que nos rodeiam, mas a adaptabilidade, a capacidade de alterar o que não está certo, o que não nos deixa felizes o bastante para continuarmos, torna-se ainda mais premente, e funciona como o nosso salva vidas emocional.

Tanto que já mudei, desde que me entendo por pessoa, tantas viragens, voltas e reviravoltas, ajustes de rota que me permiti, adaptando-me para não morrer, continuando com medo de ficar estagnada para sempre.
Tanto que cresci como pessoa, e vi crescer os outros, tentando ser uma pessoa melhor, mais atenta, mais disponível, mas não me roubando o que preciso para continuar a ser a que faz falta, a que faz a diferença, a que consegue mudar pequenos nadas, no imenso mar de vida e experiências de que somos feitos.

Mudar é bom, fornece-nos energias acrescidas, retempera-nos a alma, empurra-nos de mansinho, e permite-nos sorri sempre que olhamos para trás.

Eu que mudo até os móveis de lugar, para que tenha o novo de cada vez que preciso, sei que vou continuar a mudar-me, por dentro e por fora, sempre que sinta necessidade, sempre e de cada vez que a minha mudança me traga muito mais do que tiver então, sempre que o medo ameace instalar-se e eu o mande mudar de lugar.

Eu vou mudar de todas as vezes que precisar que mudes comigo, e que juntos possamos continuar a mudar o nosso mundo!

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Qual é o nome que chamo?

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Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

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