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Mudanças versus mais mudanças!

Is there anything more daunting than packing for college? Sure, your school’s housing website has a handy (yet short) list of essentials—mattress cover, laundry bag, shower caddy, etc.—but what about all that other stuff in your room right now? When you’re moving into a dorm for the first time (or even if it’s not the first time), it may be tempting to just bring EVERYTHING (our dads and their overstuffed vans can attest to that) because you never know what you’ll actually need, but trust ...
Feelme/Mudanças#mais mudanças!Tema:Me! 

Mudança de casa, again! Acreditem que nunca me custou tanto como desta vez, estou fisicamente exausta, os meus filhos nem me reconheciam, não conseguia responder, não me apetecia falar, nem ir um milímetro a mais do que tivesse que ser!

O que foi diferente?

Tive que ser eu a coordenar tudo, e quando digo TUDO é TUDO mesmo. Dos pormenores da casa nova, alterações, reparações e adaptações, ao restante da casa antiga, tirar candeeiros, arrumar tudo por prioridades e coordenar os filhotes que não estavam habituados a participar desta forma, culpa minha claro está. Resumindo, escadote acima, escadote abaixo, falar, falar, falar, orientar o pessoal das mudanças, não esquecendo as refeições, sim, porque esta malta come, eu comi hoje, às 15:00, ontem acho que toquei em fruta e bebi água, muita.

Venham-me cá com conversas que uma mulher não se safa sozinha que eu vos digo. Não há nada, mesmo NADA, que não consigamos fazer, basta termos foco e vontade. Já agora resistência física.

Vou precisar de pelo menos ainda mais uma semana para deixar tudo como quero e preciso, mas cá em casa já se joga e usa a internet, sim porque pode desabar o mundo, mas ficarmos sem comunicações é que NEVER!

Ontem não escrevi nada, mas hoje prometo que vos compenso. Até já!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

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Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

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Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…