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A mostrar mensagens de Outubro, 2015

O Sexo e a Cidade!

A minha geração teve acesso a esta série estrondosa e cresceu com ideias bem vincadas sobre qual das 4 mulheres gostaria de ser. Lembro-me perfeitamente de achar, na altura, quando via os episódios, que tudo aquilo era fantasiado e que não existiam mulheres assim, sobretudo não existiriam em Portugal, naquela altura, mas se falarmos no agora...

Bem, agora temos muitas Carries, Samantas, Charlotes e Mirandas, sem falar nos senhores Big que andam por aí, e o que nas décadas de 80 e 90 abundava nos Estados Unidos, mas que chegaram até nós com uma enorme força, para o bem e para o mal.

A tão apetecida independência feminina, o poderem andar pela vida tal como os homens, tendo vários parceiros, apenas e só para sexo, usando-os e aprendendo com eles sobre as relações, parecia ser o Nirvana, perdoem-me a analogia, mas a verdade é que todos procuramos estados de libertação, quer física quer espiritual, no entanto, e porque somos feitos, homens e mulheres, de características específicas e mui…

Estou a sorrir!

Hoje acordei assim, com um sorriso que não me sai dos lábios, com um ânimo muito próprio, e com um sol maravilhosos a acompanhar. Já corri, logo cedo, já dancei até transpirar e tomei o meu merecido duche, sem pressas, apenas eu, numa casa silenciosa, onde todos dormem tranquilos e felizes porque eu o proporciono.

Tenho a minha gata em cima da mesa onde estou a trabalhar no meu novo romance, ultimamente tenho condescendido com ela e deixo que esteja mais por perto, que sejamos mais próximas, coisa difícil porque o nosso grau de independência é muito semelhante, mas ela entende-o. O sol entra por entre as cortinas e aquece-me o ombro direito, a paisagem que consigo vislumbrar da minha sala é fabulosa e basta para me encher a alma já cheia.

Nem sempre nos podemos dar ao luxo de experimentar sensações de paz interior, de fecho e de recomeços, como se o mundo, de repente, se tivesse tornado claro, mas a acontecer, há que beber cada gota e é o que farei, a partir de hoje.

Hoje já sei que …

As músicas que apenas eu escuto e escolho!

As músicas que apenas eu escuto e escolho, não precisam entender do que entendo eu, não têm que olhar para o mesmo lado, nem ver o que vejo, agora e sobretudo já não preciso que precisem de mim.

Eu escolho as minhas músicas e sei que as vou dançar sozinha, à minha maneira, com as luzes suaves, a beijarem-me o corpo que sei mover, acompanhando o som que chega e se me entra dentro. Já não sou a mesma, nem poderia, porque a cada dia mais umas horas se acrescentam às minhas, e passo a inalar mais um pouco de sabedoria, não porque queira saber mais do que tu, e do que tu, mas apenas porque agora já sou apenas eu, a dançar as músicas que escolhi, a saber o que sei, de mim.

A sensação que precede o fecho, o fim, é tão quieta, tão natural e certa, que quase me sinto a flutuar. Estou tão livre que poderia saltar de um penhasco, e mergulhar num qualquer mar, sem ter medos, sem conseguir ver o fundo, mas sabendo o que esperar.

Quem me poderia levar agora e quem teria forma de me despertar de mim…

Do que falamos nós?

Do que falamos nós? Ui, esta categoria também é explosiva. Temos aqui uma divisão clara no que diz respeito às conversas de circunstância. Na maioria das vezes somos bombardeados com notícias mórbidas, doenças incuráveis, tratamentos dolorosos, e tudo isto num par de minutos, tudo o que nos ponha de cabelos em pé, porque existem pessoas cujo maior talento passa por despejar negatividade, em cima dos incautos, dos que não encontraram forma de fugir.

Depois, também nos cruzamos com os que reparam, em primeiro lugar, no que aparentemente temos de errado, e quando nos atrevemos a dizer que está tudo bem, que o mundo não está a desabar sobre nós, franzem o sobrolho e duvidam, pois, têm mesmo que duvidar, porque as pessoas normais padecem de problemas GRAVES! Estas pessoas têm um nome, mas eu não vou dizer, não me apetece abandalhar.

As mulheres, essas, para a inveja são um portento. Como é que as outras se atrevem a parecer tão bem, como se a idade não lhes passasse por cima?  - Deve andar…

O que é que nos seduz?

O que é que nos seduz? Ser conquistada dá muito gozo, é um período no qual vale tudo e no qual esperamos que o outro se supere. Vamos analisar cada pormenor, reparar até nos mais pequenos e dar importância ao que parece ter realmente muita. Nada mais influenciador de uma auto-estima em alta, do que sabermos que nos desejam, que fazem o que quer que seja para que possamos pelo menos devolver um sorriso. Lá voltamos à história do caçador e caça, mas desta vez a presa anda aos pulinhos de contente.

O que nos seduz varia de mulher para mulher, obviamente. Para algumas serão os presentes caros, as idas a bons restaurantes, flores e o que o dinheiro do dito cujo puder comprar. Não deixa de fazer algum sentido, se não der em nada, pelo menos deu frutos. Para outras, serão as palavras doces, o ar de galant de cinema, gingão, com um olhar matador, de quem já viveu e sabe muito (acabei de sentir as costas a arquearem, acho que até me arrepiei em sítios que não sabia existirem, mas adiante). Temo…

Mulheres difíceis!

Mulheres difíceis. A avaliação por si só já é difícil, ou nem por isso, certamente que os homens terão muitos adjectivos para usar, e certamente que as mulheres ainda terão bem mais. Eu vou referir alguns dos que considero, MESMO difíceis de gerir:

. A indecisa - putz que por vezes até dói. É para comprar roupa, a que acaba a experimentar 3 mil vezes, é para se decidir a que horas começar, quando sair, o que fazer e como se organizar. É até para se certificar do que já parecia ser uma certeza. Pobre do homem que tiver uma mulher assim.
. A picuinhas - até estou a suar só de pensar - "Eu é que sei", é o seu lema de vida. Nada está bem feito se não tiver sido feito por ela, a melhor comida é, obviamente, a dela, repara até no que só estaria à vista de uma lupa, nunca relaxa e nunca para de argumentar.
. A medricas - tem medo até da sombra, vê fantasmas dentro do armário, sonha, ou melhor, tem pesadelos sobre situações que não lembram ao diabo, e nunca arrisca sair da sua zona …

Digo!

Foi o que fiz, disse tudo o que pensava sobre ti, porque não existia outra forma de terminar com os meus fantasmas e construções, certas ou erradas. A ti, caber-te-ia responder, contrapor, ou simplesmente aceitar. Claro que não o fizeste nem farás, porque sabias, melhor do que ninguém, que eu não deixo nada por dizer e que quando falo, mais alto, tenho sempre razão.

Foi a comunicar que chegaste até mim, foi com palavras que percebeste o uso que eu lhes dou, e se insististe, se achaste que terias músculo emocional para aguentar comigo, deverias ter continuado a ir aos treinos.

O que aconteceu afinal? Eu vou dizer "alto", para que não restem dúvidas. Desististe, comecei a dar demasiado trabalho, tornei-me tão certa, de um certo que te mostrou o quanto estavas errado, que sentiste vergonha, de ti mesmo, claro está.


Eu sei muita coisa, é um facto, mas nunca saberei entender um cobarde, seja ele de que sexo for.
Eu sei que algumas pessoas não foram talhadas para ter carácter, e qu…

Somos diferentes!

Somos diferentes. Pois somos mesmo, até para o bem do mundo convém que sejamos. A nossa diferença ainda fará correr muita tinta e permitirá que se escrevam romances épicos e se façam estudos de caso!

Os homens recorrem a formas bem diferentes das mulheres para "sobreviverem" a um desgosto amoroso. Por norma fecham-se em si mesmos, sofrendo em silêncio e esperando que passe, sem que ninguém dê por isso.

Um homem não chora, certo?

Se acham que sim, quem sou eu para contrariar. Têm quase sempre uma razão que ninguém entende e recusam falar sobre o óbvio. Fugir é o melhor remédio e de preferência para outro planeta.

Já as mulheres, gritam e esperneiam, falam de tudo com todos quantos se lhes cruzem no caminho, até com o carteiro, se ele tiver tempo. As mulheres lavam a alma como a usam, com palavras, com choro, muito, com ameaças que raramente cumprem, e depois, depois pronto, arrumam com a coisa e seguem em frente, não sem algum drama digno de novela mexicana. Como já perceberam…

Happy wife, happy life!

As mulheres, que são sobretudo esposas e mães, têm um enorme papel no bem estar e felicidade da família, isso é um facto incontornável!

Uma mulher feliz, realizada, de bem consigo, proporciona uma luz que todos acabam, inevitávelmente, por seguir. Ela, nós, sabemos como fazer acontecer, como planear e executar, mas, teremos, naturalmente, que ter conseguido o nosso próprio lugar na vida, porque uma mulher magoada, destemperada, com dores invisíveis, mas muito vincadas nela, provoca uma tempestade que nem o sol consegue terminar, e todos, mas mesmo todos à sua volta, acabam a sofrer, e sem fim à vista.

Eu costumo dizer que uma mulher é o pilar de uma casa, e baseio-me sobretudo no exemplo próximo, o da minha própria mãe. Sempre que ela não está bem, e em todas as fases da sua vida, não apenas agora que é mais velha, o clã ressente-se e estremece perante a inevitabilidade.
As mulheres vieram moldadas com uma força que não se explica, mas que nós sentimos, bem dentro e quando não aconte…

Conselho masculino!

Conselho masculino que eu vou acatar, religiosamente. Os homens ainda não saíram da idade da caça, aquela na qual tinham que palmilhar, sem palmilhas que não existiam na altura, quilómetros e quilómetros para encontrarem a presa. Ora bem, tirando os actuais caçadores, muitos deles de meia tigela, já nada parece ter o mesmo interesse, e já nem a maioria das mulheres dão o mesmo trabalho. Que tédio!

Então isto tudo para dizer o quê? Que quando andam entretidos, os homens, a "caçar-nos", às mulheres, claro está, até fazem escalada em paredes a pique, mergulho em grutas recônditas e muitas outras coisas igualmente extremas, mas que não me ocorrem agora, também porque não sou dos seres mais visuais.

MAS, e há sempre um MAS, mais cedo ou mais tarde, quando nos tornamos previsíveis, submissas e definitivamente caçadas... estragamos tudo.

- Então mas não querem lá ver que deixou de me dar pica? - Fala assim um gajo.

já estou até a esfregar as mãos, depois de ter teclado mais umas pal…

Chamei o Aladino!

Chamei o Aladino, sim esse mesmo, o da lâmpada mágica. Chamei-o, e ele tem para cada um de nós, até para ti que me lês agora, os 3 desejos de sempre, por isso prepara-te!

Por incrível que possa parecer, existe quem ainda não consiga fazer escolhas, tomar decisões, até para o que supostamente será benéfico e life changing.Todos queremos uma vida diferente, com mais do muito que andamos a desejar, mas o interessante é que para algumas pessoas, até a ideia de mudar uma moldura do lado esquerdo da estante, para o direito, já representa um desafio, que fará tirar a foto e substitui-la por quem está realmente presente. Nesta perspectiva já não se torna tão difícil entender porque alguns não conseguirão, à primeira, responder quais seriam os seus 3 desejos.

O que para mim é natural e simples, para outros será tão complicado quanto comer arroz com uma palhinha, ainda não tentei, mas sei, usando o senso comum, que não é fácil, por isso já tenho mais cautela quando me ponho a ajuizar.

Espero que …

Casar ou não casar?

Já estou a menos de 1 ano da previsão feita por alguém, na qual me casaria, MESMO, aos 50. E por MESMO ela entendia uma enorme boda, com tudo a que uma mulher tem direito. Na altura acho que até lhe esbugalhei os olhos, acabando a rir-nos à gargalhada, todo o caminho de volta, eu e a minha amiga Sara.

Ora então vejamos, aqui a Je, que em nova, quando supostamente deveria acreditar nos príncipes e nos castelos, nunca teve qualquer sonho que envolvesse vestidos de noiva, com ou sem véu, bouquets de flores da época e mais toda a parafernália de que é feita a boda, com muito antes e pouquíssimo depois, era aos 50 que amalucava. A acontecer autorizo já, publicamente, a que procedam ao meu internamento compulsivo.

Pronto, já brinquei com a situação, agora vou falar a sério. O que me poderia afinal fazer embarcar numa decisão tão pouco entendível, pelo menos para mim?

Um amor assolapado?
Palavras bem usadas, daquelas que me impedissem de argumentar?
A curiosidade, tardia, perante o novo?

Nã…

Lugares públicos = excitação!

NÃO obrigado. Não me atrai, de todo, nem estimula a libido, fazer sexo em lugares públicos. Chamem-me lá o que quiserem, mas eu não preciso de me expor ou de espicaçar a sorte, fazendo o que apenas aos dois diz respeito. Sim, também aí sou conservadora, dois é um bom número.

Não vejo qualquer conveniente, é incómodo, impede-me de me soltar, fico mais mecânica, e desconfiada, por isso ninguém sai beneficiado.

Há quem adore, e também quem o faça por falta de alternativa. Certamente que andam, todos, tão aborrecidos com o raio das suas vidas, que precisam de estímulos externos para se estimularem. Quando se é novo, sem lugar fixo para as tão desejadas quecas, que depois vão apelidar de monumentais, tudo mentira, ainda se entende, porque se não vejamos, por norma é num lugar minúsculo, desconfortável, em que se tem que tentar esquecer a dor do manípulo que se mete no meio, ou da perna que teima em adormecer, tenham dó, sexo até pode ser, mas como até para isso sou exigente, ou é num lugar…

Confessa-te!

Diz-me, mesmo, o que sentes, o que procuras, e porque insistes em parecer o que não és. Diz-me sem medo, por uma vez, abrindo-te como nunca conseguiste e tendo, em mim, quem te poderá ouvir, entender e aceitar.

Se ao menos te desses, a ti mesmo, a chance de perceber quem está deste lado
Se ao menos não te cobrisses, com a capa que apenas a ti te impede de ver e ser visto.
Se ao menos fosses, por uma vez, forte o bastante para lutares pelo que vale a pena.

Confessa-te, diz o que te faço sentir, porque achas que te procuro e não desisto de ti. Mostra-me que és feito também de força e que consegues ajustar-te, e eu prometo que o faremos ambos e que usufruiremos de tanto, e da mesma forma, que cada pedacinho será o bastante.

Eu sei que estás a precisar de um abraço, primeiro, e de muito corpo, depois.
Eu sei que desististe porque te pareceu mais fácil, e sê-lo-à eventualmente, quando me perderes.
Eu sei do que foges, tal como o sabes tu, mas se o disseres, alto, verás que deixará de ter …

Porque se deve!

Olá meu amor,

Porque faz sentido que o que teve importância se mantenha na nossa memória, hoje não poderia deixar de me recordar que há um ano atrás fui tua mulher, toda, e que soube, quando me tocaste, que eras tu e que iria querer que ficasses.

O que aconteceu de lá até aqui ditou o nosso afastamento, porque teria que acontecer, ou porque não soubemos manter o que demorámos a conquistar. Agora, importam muito pouco as razões, já as pisei e repisei e mesmo tendo encontrado algum sentido, percebi que desistimos ambos, apenas isso.

Por vezes permitimos que a nossa insegurança, e que as muitas perguntas que nos inundam a essência se propaguem como uma doença incurável, minando cada célula e fazendo com que sejamos incapazes de apenas parar, respirando fundo e continuando a remar, para a frente. Sentimos  a vergonha a subir por nós, deixando-nos de face vermelha e com receio de que nos julgue o outro, pela fraqueza, pelas vidas que toda a nossa vida já carrega, e fechamos todas as porta…

Um desgosto de amor...

Um desgosto de amor é umdesgosto de amor, e por vezes vem tão forte e avassalador, que nos rouba até a vontade de viver. O que fazer? Contrariar. Encontrar novos hobbies, procurar os amigos, fugir dos silêncios, caminhar, usufruir do sol (abençoado sol que ainda vamos tendo no nosso país), tudo e tudo que nos permita fazer o luto e continuar.

Não existem fórmulas mágicas, mas o que já vamos sabendo, é que as dores dos amores quebrados nos trazem doenças associadas, e não apenas do foro psicológico. Cuidado com a forma como escolhem olhar para quem vos "deixou", é aí que reside a meia cura. Nada de nos lamentarmos, de arriscarmos o foco no errado, no que deixámos por dizer ou fazer, ou até no que fizemos em demasia. O passado está lá mesmo, no passado, e nada do que fizermos, agora, o poderá mudar. Vai daí, mudamos cada presente e antecipamos cada futuro, dia a dia, porque cada um será mais um bálsamo para a nossa cura.

Os desgostos de amor estão a multiplicar-se a uma velocid…

Como é que recomeço?

Como é que recomeço? Devagar, outra vez e outra vez, até que esteja de volta ao lugar de onde saí, não há outra forma!

Eu sei que a culpa é minha e que não deveria ter entregue a minha vida a quem amava, mas caramba, não é suposto estarmos tranquilos, e em casa, com quem escolhemos? Do que adianta ter a metade de nós, se depois essa pessoa é a responsável por todas as nossas dores, físicas e emocionais?

O que andamos aqui a fazer afinal, se já nem conseguimos abrir-nos, de alma, à única pessoa que nos toma o corpo, que se enrola em nós e nos passa o que a mais ninguém é permitido?
O que significa, agora, sermos "nós", será que perdeu importância e que apenas o "eu" importa?

O meu eu diz que não desistirá de um nós que valha a pena.
O meu eu sente e sabe que sozinho nunca ficará completo.
O meu eu cresce, diáriamente, para ter como aceitar alguém que será tão importante quanto o sou já.

Recomeçar, a dada altura, fica mais penoso, tal como é correr as maratonas dos a…

(In) felizes para sempre!

Tenho um amigo com um casamento tão perfeitamente perfeito, que as quintas-feiras servem para o aperfeiçoar ainda mais, quando tem os alegados jogos com o grupo de sempre, jogos que incluem a não menos perfeita amante de longa data, também ela num casamento de uma perfeição que até dói!

Quando os respectivos estão em público, amam-se e respeitam-se para além de qualquer dúvida. Todos nós ao redor ficamos em tal transe, que quase voltamos a acreditar, piamente, na instituição casamento.

Alguns, obviamente que para manterem tamanha perfeição, vão precisando de algumas injecções de ânimo, de uns assaltos a "capoeiras" alheias, provocando no percurso os galos dominantes, acham eles, e arriscando a que se decidam a terminar com a perfeição de todos os perfeitos.

A amiga da minha melhor amiga já desistiu de se mostrar perfeita, pelo menos para algumas de nós e sempre que lhe permitimos, porque temos que estar em sintonia, vai-se escapulindo da gaiola, tudo menos dourada, e dá uma…

Life sucks!

Life sucks às vezes, sim, mas temos que a engolir assim mesmo, como se fosse um remédio, bem amargo, mas com uma qualquer bebida açucarada, o palato restaura-se e pronto, que venha a próxima!

´Será que a vida é imprevisível? Não me parece, nós recebemos sempre o que damos, e na maioria das vezes numa proporção assustadora, porque ela cobra-nos, e arremessa-nos com toda a trampa com que a fomos presenteando. "Cá se faz..." e que ninguém duvide.

Quando sabemos o nosso lugar, quando estamos disponíveis e atentos, quando semeamos na época certa, cuidando do solo, regando e fertilizando, a colheita será proveitosa, mesmo com os temporais pelo caminho. O contrário, o desligar do que aparentemente não é problema nosso, trará mais tempestades, com raios e inundações à mistura.

A vida é aproveitar, ao máximo, cada pedacinho de cor e de luz. Olhem que dia maravilhoso está hoje. Quantas vezes já olharam o céu, ou aquela montanha próxima, ou monumento pelo qual passam tantas vezes, sem …

Pequenos e grandes!

Pequenos e grandes os tiques, as manias, a forma como estamos com os outros, ou apenas connosco, nem sempre é algo que nos faça pensar, mas a verdade é que, sempre, e a qualquer momento, alguém estará por perto para o analisar.

Eu sou por norma mais metida comigo, quando circulo, pelas ruas, sou eu mesma, sem ver ou sentir quem quer que seja, estou no meu mundo, seguindo um plano, mas fazendo muito pouco caso dos que estão. Não porque não me interessem, mas porque também preciso de momentos apenas meus, daqueles em que não terei que ser questionada, em que os olhares, venham de que lado for, me tocarão muito pouco e importarão ainda menos.

Hoje diziam-me, bem cedo, que ontem eu caminhava qual sonâmbula, sem ver, nem sabendo que estava a ser vista, com uma aura, dourada, impenetrável e que queimava.

"Deixem passar quem vai na sua estrada.
Deixem passar Quem vai cheio de noite e de luar. Deixem passar e não lhe digam nada. Deixem, que vai apenas Beber água de Sonho a qualquer fonte…

Feelme!

Se...

Se nos focássemos apenas em nós, se soubéssemos viver no hoje, não esperando nada de ninguém, como nos sentiríamos afinal?

Cada um que fale por si, mas a mim não me agrada, de todo, a ideia. Eu gosto de gostar dos outros, de me preocupar, de esperar que tenham mais a cada dia e que sejam irremediávelmente felizes, porque a vida já é uma passagem demasiado rápida, não precisamos de a apressar ainda mais, até porque na pressa seremos mais velhos, apenas isso.

Se usássemos todos a mesma linguagem, comunicando de forma neutra, com sorrisos forçados e mecânicos, então o que é que nos distinguiria? Eu prefiro sentir a dobrar, sofrer a triplicar com as desilusões, mas acordar e adormecer a saber que estou viva, que sei quem sou e o que faço aqui. Já quase que dava a letra de uma canção.

Eu continuo a esperar TUDO, a querer TUDO, de mim e dos outros, sobretudo dos que amo, porque deles virão as energias para ser ainda melhor e para saber, no meu futuro, que esperei pelo que iria ter que chegar…

CARAMBA!

Tanto que se complica as coisas simples, tanto que se foge do óbvio, do que tem que correr da única forma possível, não entendo, juro que não!

Lembrem-se que esta vida, a que vivem agora, é a única da que se recordarão, por isso há que a viver da forma certa, para que faça sentido, para que nos deixe capazes de aguentar o que for chegando, sem aviso.

O que é que afinal nos cria armaduras para os arremessos dos outros, para as pedras tantas vezes invisíveis, mas que fazem mossa e que magoam? É o tal do amor, o sentimento que criamos com quem estiver, incondicionalmente, connosco. Não existem fórmulas mágicas, apenas tentativas, mas certamente que serão mais bem sucedidas com a pessoa certa do nosso lado.

Eu não sou uma alien, nem sequer as centenas de pessoas que me circundam e que ainda não desistiram de receber o que já estão prontas para dar, há demasiado tempo. O que já percebemos, foi que é esta a forma, não há outra que tenha sido testada e que resulte igualmente bem, por isso p…

Somos e seremos sempre 3!

Estamos juntas há tanto tempo, que já nem consigo separar-nos do que quer que seja. Vi nascer os filhos da Ana, fui dama de honor da Bela e mantive-me próxima de ambas, mesmo não tendo casado, até quando teriam que satisfazer os vossos compromissos familiares. Afinal o que construímos foi uma família paralela, sem laços de sangue, mas bem mais intensos e inquebráveis, como já o percebemos todas.

Adoro as nossas noites de cocktail e chocolate. As lamechices. Os choros sobre tudo e sobre nada Os pensamentos que não ousamos partilhar com mais ninguém, nem com os "nossos". Adoro que nos adoremos desta maneira e que nos saibamos manter, para além dos dias que são desenfreados, completamente loucos, mas que pequenos telefonemas rapidamente resolvem.

Vocês sabem quem amo e não tenho coragem de incluir. É com cada uma que me solto e vou atrás dos projectos mais arrojados, mas é comigo que sabem poder contar, quando as vossas casas ficam demasiado cheias, quando mais ninguém vos esc…

Nunca será demais...

Querer a quem me quer, sentir o que me fizerem, realmente, sentir, por dentro, estando ao lado de quem me moveu, da forma certa!

É a ti que quero querer, bastará que o consigas fazer da mesma forma, que não esperes pela próxima vida, que não te arrastes, a não ser que seja no meu corpo, que me deixes vir em ti e contigo, assim mesmo, sem meias palavras, eu toda.

Nunca será demais que te reforce o que representas para mim, que não pare de te martelar, com toda a minha força, cada sentimento que muitos matariam por sentir, uma vez que fosse,
Nunca será demais que te "grite" que te amo, MESMO, da mesma forma como comecei, mas conseguindo que cresça, TANTO, que arrisco rebentar, eu e tu, mas juntos, no mesmo prazer, na mesma sintonia.
Nunca será preciso, não para mim, que te expliques, que te desculpes, que recomeces, basta que voltes, que retornes ao que já conheço, que sejas o "tu" que eu consigo querer assim.
Nunca te refugies nos "nunca" que usas, diz qu…