Avançar para o conteúdo principal

Um desgosto de amor...

Feelme/Um desgosto e amor...Tema:Sentimentos!

Um desgosto de amor é um desgosto de amor, e por vezes vem tão forte e avassalador, que nos rouba até a vontade de viver. O que fazer? Contrariar. Encontrar novos hobbies, procurar os amigos, fugir dos silêncios, caminhar, usufruir do sol (abençoado sol que ainda vamos tendo no nosso país), tudo e tudo que nos permita fazer o luto e continuar.

Não existem fórmulas mágicas, mas o que já vamos sabendo, é que as dores dos amores quebrados nos trazem doenças associadas, e não apenas do foro psicológico. Cuidado com a forma como escolhem olhar para quem vos "deixou", é aí que reside a meia cura. Nada de nos lamentarmos, de arriscarmos o foco no errado, no que deixámos por dizer ou fazer, ou até no que fizemos em demasia. O passado está lá mesmo, no passado, e nada do que fizermos, agora, o poderá mudar. Vai daí, mudamos cada presente e antecipamos cada futuro, dia a dia, porque cada um será mais um bálsamo para a nossa cura.

Os desgostos de amor estão a multiplicar-se a uma velocidade vertiginosa, e apenas porque escolhemos entregar as nossas vontades e sonhos à outra pessoa, mas não lhe cabe a ela sonhar por nós, ou viver o que teríamos decidido ao longo da vida. Ter ao nosso lado quem escolhemos, passa por usufruirmos em comum do que pode e deve ser partilhado, mas mantendo a nossa essência, nunca desistindo de sermos nós e usando o que temos e sabemos para nos enriquecer enquanto dois.

"Olhem para ela a achar que sabe tudo e que encontrou a semente da felicidade"!

Nada disso, estou apenas a usar da experiência, a olhar de forma crítica, mas construtiva, para o que fiz, para o que desejei e para o que aprendi. Vamos sempre continuar a ser duas pessoas, com tudo o que carregamos, isso não é negociável.

Eu + Tu só poderá ser igual a um Nós bem mais completo.


Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…