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Como ir e quando escolher ficar?


Respostas, é o que procuramos, mas que sejam claras, de forma a que saibamos quando esperar e como escolher!

A diferença entre o saber, já, o que fazer, e de que forma construir a vontade, é que nos paralisa e interrompe os passos. Eu já sei por onde e como, mas não depende apenas de mim, acarreta mudanças na estrutura de muitos e por isso há que usar de cautela, mas movida a alguma emergência, porque não adianta adiar indefinidamente, não trás resultados positivos e por vezes até me impede de funcionar.

Levou tempo, consumiu parte de mim, arrancou-me alguns pedaços que certamente ainda me irão fazer falta, mas depois de chegar aqui, sei que teria que ser desta forma, porque sabermos o caminho torna a viagem mais previsível, mesmo com os inevitáveis percalços.

Eu gosto de saber, prefiro ter certezas, conhecendo a verdadeira face de cada um, e tal como as músicas mudam o estado de espírito, apenas sintonizamos as que nos mexem o corpo e nos arrancam prazeres reais.
Eu gosto de me levar para os lugares certos, de perceber que para lá do horizonte está o que procuro, porque quando parar de o fazer, quando me impedir, como até já fiz, algures, em tempos longínquos, deixarei de ter chão para avançar, manhãs que me despertem e noites que me devolvam a força. Deixarei de valer a pena, até para mim.

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Quando já não importar!

Se eu passar mais do que 2 horas sem pensar em ti. Se não apareceres nos meus sonhos. Se deixar de te chamar à atenção pelo que me falhas dar. Se procurar programas que não te incluam, então é porque deixei de me importar e quando acontecer, já nada poderá colar as peças outra vez. Isto é o que chamo de sobrevivência emocional!

Quando entrei na tua vida, foi para ocupar o espaço que tinhas vazio. Foi para me acrescentar, dando-te até o que não te atreveste a pedir e é apenas assim que concebo uma relação. Quando entrei na tua vida foi para termos muito de nós para cada um. Uma relação deverá incluir-nos em todos os momentos, crescendo connosco, sobrando em prazer e em partilha. Numa relação ampliamos o desejo de nunca sairmos um do outro, criando um lugar e um espaço que será apenas e sempre nosso. Uma relação será incluirmos os que já faziam parte da nossa vida, os meus e os teus, aprendendo a misturá-los e usufruindo do que nos oferecem.

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Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta