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O "Ser"!

Feelme/O "Ser"!


Não há investimento maior, nem mais produtivo, mesmo que o caminho seja penoso!

Todos queremos sobretudo parecer, que nos olhem, da mesma forma que nos vemos nós, mas o natural é que tal não aconteça, não durante algum tempo, e não por quem nunca será verdadeiramente importante, porque se entendermos que apenas precisamos de nos provar para quem importa, talvez se torne tudo um pouco mais suave, menos doloroso.

Recuso-me a ser das que tem que experienciar uma perda para saber o sabor das coisas mais simples.
Não preciso que me provem, tarde demais, que estava errada e que nada fiz para mudar.
Ser eu, em todo o percurso, fará de mim alguém bem mais forte, porque quem me reconhecer saberá como lidar com o que tenho e acabo a oferecer.

Nunca temos o bastante, nunca sentimos que chegámos suficientemente longe, mas a sensação é boa e produtiva, se o longe significar a nossa essência, e não cada um dos bens que não teremos forma de levar "daqui".
Os pedidos de ajuda são legítimos, a mão estendida para quem a segurará nunca poderá ser entendida como uma fraqueza, mas como um desejo de companhia, de calor humano, de um unir de vontades com quem faz o que fazemos fazer sentido.
Ninguém aprende sozinho, mesmo que o sabor dos erros se amarguem nas nossas bocas primeiro, e sozinhos não ficaremos se admitirmos que nunca adiantará ser, se não houver com quem ter.

Ser, outra, renovada, mais apurada, com tudo em cada lugar, é o que me move, até quando juro, a mim mesma, que estou cansada e me apetece desistir, mas Ser é o que sei, e esta sou eu, agora, porque lá mais para a frente pretendo Ser bem mais e bem melhor. Espera por aí e verás!


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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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Pensas em ti ou em nós?

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Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

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Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

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