Avançar para o conteúdo principal

Quem é que decide?

Feelme/Quem é que decide?

Quem é que sabe o que é bom para ti? TU, claro!

Não adianta perguntares, tentares que os outros visualizem, ou sequer que se ponham nos teus sapatos, porque no final, e depois de muito pensares e analisares, a resolução será sempre tua.

Quem é que decide se o caminho que te surgiu é o certo?
Quem é que decide se o amor que sentes, basta para que sejas realmente feliz?
Quem é que decide se o que te bateu, bem dentro de ti, mudará o que estavas a construir?

Não te iludas com o presente embrulhado num papel brilhante, é que para chegares a ele, terás que o abrir, descartando, rápidamente o invólucro, e depois só fica a contar o que lá estiver dentro.
Não te iludas com promessas que nunca viste serem cumpridas, nem com palavras doces.
Não te iludas com a lentidão na resolução do que é importante, se precisam de tempo para te escolher, então ainda não sabem que és tu.

Ninguém deveria precisar de  forçar ninguém, assim como ninguém deveria ter que convencer alguém, a gostar, de nós e a pensar em nós no futuro.

NADA acontece por acaso. TUDO chega na hora certa, para te testar e aos outros e resistirá quem estiver preparado, todos os outros saltarão fora.

Se soubermos olhar para os obstáculos como possibilidades de melhoria, certamente que nos manteremos firmes e determinados, não cedendo aos primeiros abanões.
Se soubermos quem somos e o esperamos dos outros, sem tirar nenhuma vírgula, então decidir tornar-se-á natural.

Eu SEI quem sou, SEI o que tenho, para dar, e sobretudo, SEI, o que não preciso.

Vou ter que decidir, mais uma vez.
Vou ter que cuidar, de mim, mais uma vez.
Vou ter que te deixar ir, mais uma vez.

Algumas coisas serão sempre mais do mesmo, nada a declarar!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…