Avançar para o conteúdo principal

A tua namorada!

Feelme/A tua namorada!Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet


É assim que me vês, como a tua namorada!

Começou por ser estranho, despropositado, mas a verdade é que o que fazemos, agora, é exactamente isso, namorar, portanto e visto dessa perspectiva, eu sou tua namorada e tu és o meu namorado.

Parece que voltei à adolescência e que comecei a acreditar, outra vez, nas inúmeras possibilidades que sempre acabam a surgir, quando nos apaixonamos. Gostar, mesmo, de alguém, dá-nos um aconchego maior, e enche-nos de um desejo crescente de felicidade a dois.

Não me perguntaste se queria namorar contigo, disseste-me que estávamos a namorar e que eu passara a ser uma das pessoas mais importantes da tua vida. Eu acreditei e acredito, porque nunca me deixas margem para pensar de outra forma ou sequer duvidar. Não me perguntaste se estava disposta a arriscar numa relação, arriscaste tu, de imediato e tens vindo a ensinar-me a não ser apenas eu, a não querer saber e fazer, tudo, sozinha. Não me perguntaste se era capaz de te incluir e aceitar no meu presente, incluíste-te tudo, entraste de peito cheio e com toda a convicção que sempre têm o que amam.

Já me disseste que NUNCA tive quem se dedicasse, TANTO a mim. Quem se preocupasse, TANTO, comigo. Quem me adorasse, TANTO. Disseste até que eu estava mal habituada, mas que me irias ensinar, nem que fosse a "mal", porque te irias explicar muito bem.

A tua namorada, eu, está a perceber de que matéria és feito, que determinação pões nesta relação e até onde és capaz de ir para me fazer feliz.
A tua namorada, por vezes sente-se muito pequena, porque até achava saber dar-se, mas está a aprender que existe muito mais quando se quer realmente.
A tua namorada acredita, agora, que pertencer-te é um privilégio e que as "explicações" que nunca te cansas de dar, tornarão esta nossa caminhada mais clara.
A tua namorada está a gostar de namorar contigo.

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…