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O tudo e o nada!


Feelme/O tudo e o nada!Tema:Relações!
Imagem retirada da internet

Quando falamos de nós, temos que falar da confiança, do amor que nos une, do desejo de nos continuarmos a desejar e dos medos que nos assolam, aos dois, de nos perdermos, perdendo-nos para nós!

O Tudo é sempre que te posso ter, de cada vez que ficamos, tranquilos, num namoro que se prolonga e do qual não nos cansamos, desejando prolongar as horas que passam a minutos.
O Nada é de cada vez que nos "fugimos" e não conseguimos dar um ao outro, o que cada um tem, vendo os minutos transformarem-se em longas horas.

Já sei o que quero e o que preciso de ti, há algum tempo. Sei sobretudo que não quero continuar nesta vida, e neste meu percurso, se tu não estiveres. Sei que contigo os planos podem ser feitos, e já estão a acontecer. Sei que passei a ter mais responsabilidades, e uma delas passa por te incluir, em mim e em nós.

Ontem o nosso pedaço de Tudo foi tão bom que nos tranquilizou e recordou do que fazemos, "aqui", tu e eu. Ontem o Nada ficou longe, mas perto o bastante para nos lembrarmos do que significa não nos podermos ter. Ontem pudemos alimentar-nos, um pouco mais, dizendo, um ao outro, o que os últimos dias nos roubaram e que quase nos impediram de funcionar. Ontem, fui, mais uma vez, recordada de como é importante, sabermos de nós, sobretudo eu de ti, porque sofro duas vezes, é inevitável. Eu sei a falta que te faço, pela falta que me fazes.

O meu primeiro Nada foi bem doloroso, e fez-me desvalorizar os que apenas andam, por aqui, à espera não sei bem do quê, reclamando do que não permitem acontecer, por preguiça mental, pela enorme incapacidade de se decidirem, de saberem ao que vieram. O meu primeiro Nada apenas serviu, de forma ainda mais forte, que eu percebesse que o que importa permanece, e que quem nos quer, verdadeiramente, não desiste de nos ter.

Obrigada por estares desse lado, assim, com o Tudo que me dás, até quando falho sentir-te. Obrigada, homem da minha vida, por seres quem preciso para superar todos os Nadas que ainda virão até nós!

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