Avançar para o conteúdo principal

A minha chuva!

Bilmediğim ve ne yapacağı belli olmayan bir duyguyla hırpalanıyorum boyuna,bize ağır gelen kendimiziz çünkü.:
Feelme/A minha chuva!Tema:Me!
Imagem retirada da internet

A minha chuva, porque ela não cai num outro corpo, qualquer, como cai no meu. A minha chuva lava-me, de cada vez que me deixa, ensopada, de uma água que não molha, apenas. A minha chuva, recorda-me, até pelo frio com que me estremece cada pedaço de pele, que estou tão vulnerável quanto ela decida deixar-me.

Águas que nos limpam de mágoas, e de gente que a gente não reconhece. Águas que enchem rios que correm. bem mais rápidos, para lugares que nem sempre serão aqueles onde queríamos estar. Águas de sabor doce, salgado, e sem qualquer sabor. Águas que nascem em lugares inóspitos, mas aos quais chegamos, bastando que a sede o exija.

Gosto de saber que acima de mim há bem mais do que tenho aqui, quando julgo estar apenas eu, quando sinto que o meu desejo de mais não pode ser concretizado. Gosto de tudo o que a chuva renova, mesmo quando cai fora de época, porque quando nada mais restar, vou esperar que reste o que nos "alimenta" verdadeiramente.

Já fui menina, já dancei à chuva, em águas bem quentes, que me recordavam da minha pequenez, mas que me faziam ser ainda mais inocente, deixando para o futuro o que ele agora me trouxe. Seria capaz de o voltar a fazer, mesmo que me arrefecesse o corpo. Seria capaz de voltar a dançar descalça, num chão rugoso, mas bem proximo da humanidade de que sou feita. Vou, certamente, deixar que me toque, um dia, sem que eu queira fugir, para que me alimente da certeza que amanhã, virá outra vez, contrariando o que muitos se impedem de ser.

A minha chuva, será tão minha quantos os pingos que me tocam, apenas a mim, apenas no meu corpo, apenas no sorriso que lhe sei devolver!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…