Avançar para o conteúdo principal

Algumas histórias...

Chic e Casual | Coisas de Mulher  Designer: TanyaRLopez:
Feelme/Algumas histórias...Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet

Algumas histórias nunca poderão ser escritas, apenas vividas, sentidas e mantidas, em nós. Algumas histórias, as que arriscámos viver, talvez nunca venham a ser conhecidas, mas certamente que serão as mais fortes e profundas. Algumas histórias acabarão a definir-nos, a deixar-nos ir, ou simplesmente a impedir-nos de continuar.

Talvez nada seja certo. Talvez nunca se saiba como ser e fazer, e talvez, "tu", nunca chegues, realmente, mas as minhas histórias, as que tive a coragem de viver, estarão no lugar certo, e nos pedaços de vida e momentos que apenas eu entendo.

Amores, desamores, projectos bem-sucedidos e falhas monumentais. Tentativas, que muito dificilmente resultariam, mas que não segurei, nem sequer impedi de acontecer. Tempos que o meu tempo rejeitou, e passados que o meu futuro nunca carregará. Sonhos que apenas eu sonhava. Sonhos que levei, determinada  e convicta, até ao porto de onde vi partir alguns e chegar os que não me reconheceram.

Solidões carregadas, lágrimas sufocadas, que teriam que esperar por quem não esperava por mim. Medos, quase sobrenaturais, mas que me pareciam tão reais que temia não os saber arrumar. Incapacidades de que fui feita até me fazer, assim, a mulher que reconheço e da qual aprendi a gostar.

Algumas histórias continuarão a ser apenas isso, histórias que para alguns não farão sentido, mas que eu saberei, em todos os momentos que foram minhas, que as vivi como sabia e era capaz. Histórias que a minha história carregará até que deixe de andar por "aqui"!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…