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Estado civil?

Feelme/Estado civil? Tema: Me!
Imagem retirada da internet
Não vou mudar o meu estado emocional numa rede social, não preciso de um carimbo, nem sequer de aceitação, porque de mim SEMPRE soube eu, mas tenho que explicar umas quantas coisas, para quem ainda não percebeu. Aqui vão elas então:

. A Sue é uma escritora que usa palavras muito específicas, com um cariz que a define e diferencia de muitos outros. Não terá que ser melhor ou pior, mas será certamente diferente.
. A Sue escreve sobre sentimentos, os dela e os de muitos outros, homens e mulheres com quem se relaciona, ouvindo histórias que reproduz à sua maneira, mas SEMPRE com as palavras que conhece e a caracterizam.
. A Sue tem pretensões como escritora. Pretende que a sua vida revolva em torno de cada uma das palavras que usa e sabe que assim será num futuro próximo.
. A Sue não é promíscua nem leviana, apenas não teme usar o que muitos parecem ainda ver como balas perdidas e por consequência perigosas, mas as palavras terão, SEMPRE poder, para o bem e para o mal, por isso não hesita em usá-las, até porque sem elas não vive e ainda alimenta os outros.
. A Sue, é a escritora, a Lourdes é a mulher. Uma não anula a outra, complementa-a, mas a Lourdes não mistura o que faz com o que é, EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA.
. A Sue tem já um percurso longo na escrita, não está, de todo a gatinhar e trabalha afincadamente, todos os dias, para melhorar como escritora.
. A Lourdes tem vida para além da escrita e NUNCA, em nenhum momento espera que esperem, o que quer que seja dela, misturando o equivalente a azeite e água.
. A Lourdes tem uma relação com um homem que a completa, que a faz ver a vida com cores muito próprias e que a deixa mais capaz de debitar palavras, porque o amor contagia. O amor marca. O amor faz acordar de riso parvo e adormecer a desejar que os sonhos sejam bem mais do isso mesmo.
. A Lourdes nunca esteve à espera de alguém, mesmo que o tenha desejado, mas acabou por ser encontrada por quem afinal sempre estivera na sua vida.

A Sue escritora e a Lourdes, mulher, juntaram-se hoje, pela primeira vez, antecipando que não o voltarão a fazer, para responderem a quem ainda não perguntou e para confirmarem a quem até achou que estaria a perceber, que estão, ambas, felizes, a terem pela primeira vez, a pessoa certa no tempo certo. Este! Obrigada aos que leêm a Sue e muito obrigada aos que fazem parte da vida da Lourdes, precisamos de cada um de vocês para que completem o que fazemos ambas.

Estado civil? Felizes!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

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Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

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