Avançar para o conteúdo principal

Amo-te porque és tu!

Another dimension by Thomas Mark Jensen on 500px:
Feelme/Amo-te porque és tu!


Nunca me pergunto porque és tu. Nunca questiono os meus sentimentos e nunca sinto necessidade de entender o que quer que seja, porque já entendi, desde o momento em que te toquei, que te amava porque eras tu.

Por vezes é difícil, sobretudo provar-te que o que falo, e digo sentir, é mesmo por seres tu e por estares onde me fazes falta, comigo. Por vezes queria apenas que me visses como sou, por dentro e que por sê-lo desta forma só poderia amar um homem como tu. Tens o toque que o meu corpo aceita. Tens o olhar que me olha numa entrega que me arrepia. Sabes usar as palavras comigo, e mesmo que por vezes sejas distante e inseguro como um menino, apenas fazes com que te ame ainda mais.

Amo-te porque és tu, porque chegaste na hora certa, quando o meu coração estava livre, resolvido e pronto para um amor que sabia existir para além dos filmes e dos romances que até eu escrevo. Amo-te desde que te ouvi, no minuto seguinte o teu timbre entrou tão dentro que passei a ter um medo, irracional, de te perder antes de te ter. Amo cada ruga, cada sinal e todas as marcas emocionais. Amo a meiguice, os mimos, o cuidado com o que desejo e sinto.

Amo-te porque és tu e não me pergunto, não sempre, porque o consigo fazer assim. Quero manter esta sensação de que ficaremos sempre e para sempre e que apenas nós seremos capazes de nos derrotar. Amo-te, amor da minha vida, pelo tempo que conseguires ser amado, durante todos os minutos de que são feitas as horas que passo contigo, no corpo e na mente. Amo-te até rebentar de um amor que já não considero ser em excesso, até porque sei estar a amar na medida certa. Amo-te sem te comparar a ninguém, mas comparando tudo o que consegues fazer acontecer, até o menos bom, porque apenas assim me chegam as certezas. Nunca nada é sempre bem feito e nunca nada será tão errado que não se possa mudar.

Amo-te porque és tu, e só tens que me amar de volta para que não tenhamos que nos voltar a explicar!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…