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O que importa...

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Feelme/O que importa...


O que importa, realmente, fica, permanece e confirma-nos, de alguma forma, o que considerávamos certo. O que importa, depois das decisões tomadas, é que se veja, com mais clareza, sem tantos "ses" e com mais vontade de ter vontade de continuar. O que importa é a sintonia, o querer-se como quer o outro, o aceitar que por vezes também precisamos de ceder, de olhar com olhos diferentes para o que já não é novo, mas queremos e precisamos de manter.

Nunca deixo de me surpreender perante a capacidade que o "mundo" tem de nos mudar o foco e de nos ensinar a sentir e a pensar de outra forma. A verdade é que quando se quer encontra-se forma, e quando não nos interessa, arranja-se desculpas.

Sabes qual tem sido a minha desculpa para te manter, até hoje? O muito que te amo, e olha que já o faço desde que percebi que já estavas lá, aqui, na dianteira dos sentimentos que se tornaram comuns. Eu aprendi a querer-te da mesma forma, não sei se mais, mas tanto que não te ter só poderá significar desistir um pouco de mim. Tu mudas tudo, fazes com que o que preciso, e desejo para o meu futuro, valha mesmo a pena. Tu mudas-me, quando me ensinas a olhar-te com mais atenção e cuidado, passando-te o que apenas eu posso e devo. Tu consegues ver em mim quem eu nem sabia existir, talvez porque estivesse desatenta, ou porque sê-lo, sem ti, não fizesse sentido.

O que importa, sempre, são os momentos em que nos encaixamos aos dois e conseguimos suavizar o que ainda nos separa, os medos, as dúvidas e a incapacidade de estarmos no nosso futuro.  O que inevitávelmente, precisamos, um do outro, é que um e outro saibam o que dizer, fazer, como chegar e aconchegar e quando recuar para não sufocar. Mas a verdade é que não nos fartamos de nós, e nunca nos sufocamos pelo excesso. O que quase nos mata, é a falta, a pele que não se cola e o olhar que só nos tranquiliza quando nos olhamos. O que importa é continuarmos a querer-nos, assim, hoje e sempre, o resto vamos aprender a ajustar!











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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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