Avançar para o conteúdo principal

Parece que ajudo...

model | wet hair | beautiful | shoot | editorial | amazing | stunning | black & white | photography | www.republicofyou.com.au:
Feelme/Parece que ajudo...


Se ajudo, então vou continuar. Se ajudo quando me lavo por dentro, com as palavras que parecem magoar-te, então vou continuar e em breve, quando menos perceberes, estarás oficialmente livre, se é que não estás já!

Quase que te consigo ouvir suspirar de alívio, mas na verdade não era preciso teres prolongado isto por tanto tempo, bastava um não quero mais. A história parece que se repete e apenas atraímos quem nos desafia e mostra o pior dos lados, até os nossos, eu pelo menos sei que o faço.

Não sei quem conhece a sensação de desalento, e de impotência, mas certamente que serão muitos. Bem estaria o mundo se apenas uns quantos padecessem do mal mais antigo e recorrente do mundo. O desamor, que mata, desarruma e fere numa ferida que custa a sararmos. Incrível como com tanto amor para dar e receber, nos focamos no que oposto, no que não resolve, nem melhora. Incrível perceber que o desamor de alguns se agarra, firme, ao que apenas conhecem, mais desamor ainda.

Se ajudo, então quero que saibas que desta vez chegou a nossa vez. Neste preciso momento estou tão vazia e reparada quanto estava antes de teres chegado. Agora, não sinto qualquer dor, apenas uma tristeza que me invade e que terei que afastar, porque fui, irremediávelmente afastada, sem qualquer possibilidade de mudar, o que, aparentemente, fiz de errado. Interessante perceber quantas vezes multipliquei e desmultipliquei os meus "desculpa", sem nunca ter ouvido um único teu. Afinal a imperfeição era apenas minha, tu fizeste sempre o certo e correste, determinado, na nossa direcção. Como as desculpas se evitam, também evitaste desculpar-me e desferraste o golpe que nos matou aos dois, pena que não ao mesmo tempo.

Parece que fui ajudando, de cada vez que disse, sem qualquer medo, tudo o que representavas na minha vida. Posso até ajudar a afastar-te mais rápidamente, mas assim mesmo não consigo sentir o que sentes tu, alívio e indiferença. Amar tem mesmo porras, sobretudo quando não somos amados de volta!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…