Avançar para o conteúdo principal

Se não me amas...

Feelme/Se não me amas...


Se não me amas, deverias ser capaz de o dizer, de o mostrar e de me deixar ir!

Quando digo que me tens bem dentro de ti, não estou a fantasiar, estou apenas a tentar que entendas a dimensão do que imagino contigo, mas não consigo que percebas, que me escutes, que me deixes ir se afinal não me queres.

Nada nem ninguém deveria manter, segurar, aquietar outro ser humano, prendê-lo ao que não poderá ter, porque magoa muito, deixa-nos de asa caída, de amor quebrado, não conseguir que nos queiram na mesma proporção. Quem fica para trás, quem mantém o amor, sofre mais e fica com a sensação de vazio que demora a sair, nem se sabe quanto.

Saber que não vou voltar a sentir o teu calor, a não ver o teu olhar que me trespassava a alma, que me fazia olhar-te de volta, vendo-te, é o que me faz mais falta. Fazes-me falta porque me deixaste vazia até de mim mesma, meia perdida, à procura nem eu sei bem do quê. Talvez de "ti" aquele que julguei ter antes, o que me mostrou que consigo ser intensa, dar, muito, e depois se virou, mudou o rumo e silenciou os únicos lábios que sempre quis ter e tocar.

Tiraste-me de ti, em silêncio, e com palavras que apenas explicam metade. Tiraste-me de ti porque não me quiseste manter, agarraste-te ao mal que reconheceste, não tentando, em nenhum momento permitir que te provasse errado.

Se não me amas, porque na verdade nunca o soubeste fazer, deverias ter-me deixado ir há MUITO tempo!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…