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Somos o que fazem de nós!


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Feelme/Somos o que fazem de nós! Etiquetas: Sentimentos!
Imagem retirada da internet

Somos o que fazem de nós! Por norma reagimos às reacções dos outros, e salvo raras excepções, de pessoas desiquilibradas, ninguém ataca se não tiver razão para o fazer!

Também nos enganamos? Certamente que sim, mas cabe ao outro provar-nos errados, com actos, e não apenas com palavras, isto obviamente para quem as usa, porque também existem os espécimes mudos, os que têm concha e que para lá regressam de cada vez que o mundo os assusta.

Somos capazes de amar com uma entrega surpreendente, se formos amados sem reservas.
Somos, todos, meigos, carentes de abraços e de beijos, se do outro lado da nossa vida existir muita entrega, muito toque e olhares que se fixam.
Somos, a maioria de nós, livres o bastante para não tabelarmos a liberdade do outro, mas para isso terão que existir tempos que sigam na direcção dos nossos.

As relações não contemplam repouso absoluto. Não há forma de nos descuidarmos com quem está realmente connosco, parando de a alimentar, ou de a cuidar. As relações amadurecem connosco, e ou conseguem prosseguir, resistindo ao tempo, às falhas emocionais e aos deslizes, ou simplesmente morrem, quando nos revelamos incapazes de crescer e de ver para além do nosso "buraco".

Acção, reacção. Diz-me como amas e eu direi como te poderei amar de volta!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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