Deixa-me dizer-te!

outubro 31, 2016
Source: forthosewhocravefashion - http://forthosewhocravefashion.tumblr.com/:
Feelme/ Deixa-me dizer-te! Tema: Sentimentos!
Imagem retirada da internet



Deixa-me dizer-te quem sou eu, o que procuro e espero da vida!

Quando falamos que o amor não tem idades, eu entendo que não se trata de termos 30 ou 50 e de nos misturarmos, homens e mulheres, e os outros também, porque não me cabe ser discriminatória ou homofóbica, mas sim de termos a nossa própria idade e de querermos um amor que se encaixe, sem receios de que seja inapropriado, incoerente, louco, desesperado, ou sequer incoerente, porque eu quero querer da forma que me der na real gana!

Acabar sozinha não será uma opção, mas uma enorme dificuldade em encaixar amores mornos, daqueles que assentam na "idade" perdendo o melhor de cada uma. Eu não amo aos 50 como o fiz aos 20. Aos 30 já aceitava o amor que construíra e pedia muito pouco do muito que ainda estava para vir. Aos 18, quando achei que amava mesmo, estava apenas a dar os primeiros passos. Valha-me a Santa, havia partes do meu corpo que desconhecia de todo e que nem imagina me pudessem proporcionar os prazeres que retiro deles agora.

Eu QUERO um amor INTEIRO, aquele em que me encaixe, que me faça sentir as tais borboletas na barriga transformarem-se em abelhas, mesmo que piquem. Do que me adianta ser a que "manda", a que pode definir como e quando, se do lado de lá não vier quem entre realmente?

O amor depois dos 40, depois de já ter testado e sentido tanto, ainda é capaz de me dar muito mais.

What about sex? Uauuu!! É melhor, mais maduro, menos botões, mas com muitos ainda, novos, coloridos e electrizantes. O amor, agora com sexo à mistura, é o que sei, é o que entendo e o meu corpo corrobora cada palavra.

Deixa-me dizer-te de que forma estou disposta a amar, só para a eventualidade de ainda não teres entendido:

- Amar para mim é o que me compõe, é tudo o que sou, com várias camadas de pele, sem receios de que corra mal, porque terei tido e percebido.
- Amar é não ter que me sentir com medo de estar demasiado apagada, ou tão viva que te assuste.
- Amar deixou de ser cliché, porque a idade ensinou-me que existe mesmo, porque o senti, porque o
  vivi e se não ficou foi porque ainda não aprendeste a amar de volta.
- Amar és tu, quem quer que já tenhas sido, e quem ainda voltarás a ser, tantas e quantas vezes eu
  precisar de que me saibas mesmo.

Deixa-me dizer-te que eu amo assim e que eu sou assim!
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