Avançar para o conteúdo principal

Mais e mais!

© Peter Coulson 2014 Photographer: Peter Coulson @ www.peter-coulson.com.au Model: Tanya Alijani Vicious Models Hair & Make-up: Dani J Fuentes Mua  Lighting: window light  Make: Hasselblad Model:Hasselblad H5D-50c Shutter Speed:1/80 second Aperture:F/2.8 Focal Length:100 mm ISO Speed:100:
Feelme/Mais e mais! Tema: Me!
Imagem retirada da internet


Querer mais e mais! Esta sensação, maravilhosa, que sempre me acompanha, de querer fazer mais da minha vida, concretizando tudo a que me venho propondo, faz-me sentir viva e capaz de resistir às adversidades!

Ouvi a escritora Inês Pedrosa dizer que lhe fazia imensa confusão perceber de que forma algumas pessoas conseguiam resistir às agruras da vida, sem terem um talento natural, porque a verdade é que sermos capazes de escrever, pintar, fotografar, fazer esculturas, ou usar qualquer outra forma de arte, permite-nos limpar a alma e renascer a cada dia. Não me consigo imaginar sem ser como sou realmente, porque é apenas através do que expresso e que não passa apenas pela escrita, que continuo a acreditar que é possível resistir a todas as emoções, reveses, ou simples mudanças de humor.

Eu quero mais, todos os dias. Quero chegar mais longe, conhecer-me melhor, e aos outros e ser feliz no percurso. Quero mais porque sou capaz de mais, e porque não interromper o circulo, leva-nos a progredir e a aceitar o que chega, na hora certa, sempre e mesmo que não o vejamos assim.

Quero ser mais optimista, mais realista, mas também mais sonhadora, porque quando sonho, e enquanto sonho, sou mais feliz. Não volto a acreditar no Pai Natal, mas fica lá perto.

Espero que querer mais, assim, como eu quero, não seja demasiado para os outros!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…