Avançar para o conteúdo principal

Não saber perdoar!

corridor / Black & White Photography:
Feelme/Não saber perdoar! Tema: Sentimentos!
Imagem retirada da internet

Isto de sermos humanos, por vezes faz com que a parte mais primitiva de nós venho ao de cimo, e por consequência não sejamos capazes de perdoar!

Não saber perdoar, resume-se à incapacidade de entender contornos esquivos e dúbios de quem não sabe o que quer e espera da vida. Não saber perdoar acontece quando se percebe que o esforço para manter quem supostamente se amava, não é nenhum e que nunca houve comprometimento, apenas palavras vãs e ocas.

Pode-se perdoar a faltar de amor. O fim do amor e até a incapacidade de amar da mesma forma, mas o que não se perdoa são os subterfúgios, as desculpas esfarrapadas e as fugas para parte alguma.

Eu sou uma afortunada porque não odeio ninguém. Não existe nenhum ser vivo à superfície da terra que me arranque um sentimento tão negativamente forte, mas sou exímia em oferecer indiferença. Não perco tempo com quem gastou o meu tempo em vão. Não aceito que não saibam como me quererem, depois de terem dito que me queriam tanto. Não aceito pequenez de eapírito nem falta de carácter. Não tolero dúvidas em seres crescidos, pelo menos no bilhete de identidade.

Quando digo que não me sinto MINIMAMENTE atraída por homens mais novos, é precisamente por não ter falta de qualquer sentimento maternal, é que já tenho mais filhos do que a média nacional. Mas, e lá volto eu aos "mas", parece que para serem imaturos e sem qualquer visão de futuro, não necessitam forçosamente de menos experiência de vida, basta não quererem aborrecer-se ou ter trabalho, porque é isso que as pessoas consideram que as relações dão, trabalho. Mesmo que eu seja contra, mesmo que eu ache que as relações apenas necessitam de dedicação e empenho, eu não basto para mudar mentalidades e mundos pequenos.

Não perdoo algumas pessoas, SIM, é um direito que me assiste, mas também vos garanto, que tão depressa me lembro da desilusão que me provocaram, como rápidamente me esqueço até de que nome teriam.

A minha função aqui é puramente didáctica, e é por isso que preciso de vos passar algo importante; Se a vossa incapacidade de perdoarem alguém vos impedir de continuar, de sorrir e de fazer o que faziam antes, então resolvam-se e entendam que somos primeiro que tudo o resto, humanos e passíveis de erro. Por isso perdoem. Pronto, acho que me redimi. Ufa!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…