Avançar para o conteúdo principal

Níveis de felicidade!

Photos Julia + Gil Photography // Location Saxon Switzerland National Park.:
Feelme/Níveis de felicidade! Tema: Relações!
Imagem retirada da internet


Os níveis de felicidade sobem com as coisas mais simples, nas situações mais inesperadas e deixam-nos a sentir no topo do mundo!

Os meus níveis de felicidade têm disparado desde que te voltei a ter e a sentir. Tu és o meu antídoto, melhoras tudo, mudas-me, dás-me uma energia que senti fugir-me antes, quando quase me perdi de mim, quando tudo o que fazia importava muito pouco se não tivesse, comigo, quem achava precisar tanto quanto do ar que respirava. A felicidade, como a concebo, passa também por outros. Pela forma simples e crua com que classificam tudo. Passa por te saber a pensar em mim e a queres-me como estou a aprender a querer-te.

Estou a gostar desta minha "nova" forma de nos ver. Não quero pedir nada, não quero recear demasiado, mas estou pronta para receber tudo, para experimentar uma relação tranquila, onde cuidaremos, ambos, de que nenhum se afaste para lá do limite, usando as palavras que bastarão para que não tenhamos fantasmas.

Quero descobrir de que forma incluir-te, em cada dia.
Quero que o queiras tu também e que me ajudes a manter o que formos conquistando.
Quero saber que consideras, mesmo que no futuro, mudar o que não nos servir, porque preciso de ti ao meu lado, quero ver-te e perceber que somos, ambos, o que já sentimos.
Quero ser feliz contigo.
Quero começos com felicidade colada a cada um de nós.

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…