Avançar para o conteúdo principal

Quem me escolheu?

Feelme/Quem me escolheu? Tema: Sentimentos!
Imagem retirada da internet



Quem me escolheu? Já foram uns quantos, algumas vidas que não deixei que se cruzassem com a minha, corações que se diziam prontos para me amar, para me darem o que pareço procurar, em caminhos que nem sempre se encontram, talvez porque esteja distraída, ou simplesmente porque TU, a pessoa certa, terás que chegar e quando acontecer preciso de estar pronta, sem amarras!

Podia escrever um novo romance, apenas com os amores que já sentiram por mim, com todas as pessoas que se atreveram a falar-me do que as movia, esperando que as aceitasse, que me soubesse encaixar, mas nesta coisa do amor, ou sentimos, ou nunca chegaremos ao lugar comum a ambos. Nunca forcei nada nem ninguém, nunca procurei o que procuro em mim, o que sei que terei que ter para que pare, de apenas desejar, e sinta que me pertence mesmo. Nunca prometi o que não podia dar, fui sempre tão clara e direta, que acabei a assustar uns quantos, mas se querem saber a verdade, fiz sempre o que esperei para mim, que me tratassem com verdade, que nunca me oferecessem, a mais remota ilusão, e que não viessem se não poderiam ficar.

Qual teria sido o meu percurso se tivesse dito SIM mais vezes?
Onde estaria agora eu, e será que o que me amavam me bastaria?
Como viveria se estivesse com quem não me faz mover o corpo como faz tudo o que amo?

Já morri lá atrás. Já fui sem ser. Já estive sem estar mesmo, por isso nunca mais voltarei a aceitar apenas um dos lados da verdade. Já provei o sabor de uma relação onde estávamos ambos na mesma sintonia e por isso deixei de me contentar com menos. Quero TUDO, quero-te a ti que estás aí, à espera que te veja e aceite. Quero começar e terminar os meus dias, grata por te ter do lado certo da minha vida, desta, a única que tenho e que por isso me obrigo a preservar.

Quem sabe "amanhã" não estaremos, eu e tu, a falar do amor que, finalmente, conseguimos juntar...

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…