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Vamos falar!

18 Sex-Filled Films to Stream on Netflix  Indecent Proposal A couple strapped for cash consider a billionaire's offer to sleep with the wife for a million dollars in Indecent Proposal.:
Feelme/Vamos falar! Etiquetas: Relações!
Imagem retirada da internet


Vamos falar, hoje, a sério, sobre nós os dois, a desnudar-nos por dentro a não deixarmos nada, mas mesmo nada por dizer. Foi sempre isso que te pedi e precisei de ti, mas acabou por nunca ser possível!

O que andámos afinal a fazer durante todos este tempo em que caminhámos por caminhos diferentes, afastados um do outro por milhas invisíveis e por milhares de minutos nos quais eu sempre te incluí, mas sem nunca saber onde e como estarias?

Ninguém consegue caminhar no escuro muito tempo, sobretudo quando vê, quando já viu antes. As relações constroem-se falando de nós, mostrando-nos, dando-nos a conhecer para que o outro se possa incluir, para que sejamos dois, em quaisquer circunstâncias e percebendo que futuro existirá.

O tempo já corre demasiado depressa para ficarmos com dúvidas, para continuarmos à procura de sabemos lá nós o quê. Eu já só quero o que posso tocar, o que me acrescenta, o que não precisa de legendas, que é claro e real, o que não é difícil nem dúbio, as fantasias ficam para as sessões de cinema.

Eu já mostrei quem sou e o que consigo dar, caber-te-ia a ti provar-me que estive sempre certa, ou não. Vamos falar! Já o disse tantas vezes, mas como nunca foi convenientemente feito, deixou de importar e eu deixei de ver utilidade na insistência. Não o vou voltar a pedir e deixei de ter o que dizer...

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…