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A irracionalidade!

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Feelme/A irracionalidade!Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet


A desconfiança e o medo de sermos enganados, leva-nos à irracionalidade e à procura de fantasmas até onde não existem!

Isto de se ver esqueletos no armário pode-se transformar numa patologia grave, por isso é que quero ver se não necessito de choques eléctricos. A verdade é que uma vez enganados, para sempre desconfiados, não há alternativa e até eu o consigo entender. Todos nós somos feitos de uns quantos fantasmas e de inseguranças que mantemos para lá da vida adulta, no entanto cabe-nos perceber se serão apenas fruto da nossa incapacidade em confiar, ou se estamos, irremediávelmente, danificados. Cabe-nos tentar ver para além de nós mesmos, dando aos outros a possibilidade de se mostrarem como são e de nos conseguiram assegurar da sua fiabilidade. Cabe-nos, a nós, o resolver de medos que se instalaram, para que possamos continuar a viver, parando de acusar os outros do que nós mesmos seríamos capazes de fazer.

Eu não gosto de não acreditar. Não gosto de olhar de soslaio e de me sentir amarga e descrente. Eu não gosto de incluir o meu passado, o tempo todo, no presente que estiver a construir, porque disso dependerá o meu futuro. Eu não gosto de marcar, a ferro quente, quem não conheço o suficiente para julgar. E o que eu não gosto mesmo, é que me avaliem pelo que tiveram da vida, porque sou capaz de muito mais do que já conseguiram ter e ver. Mas isso sou eu...

A irracionalidade não se coaduna com amores sinceros nem reais, ela está bem mais associada a arrependimentos e aos recuos inerentes a quem não sabia por onde estava a ir nem com quem. irracionalidade é quase que uma desculpa para camuflar a falta de sentimentos genuínos e quando chega, o melhor é reconhecê-la e seguir em frente. A irracionalidade é a dúvida sobre nós mesmos e sobre o que somos capazes de proporcionar ao outro. A irracionalidade é o contrário da confiança, porque quem sabe o que vale, certamente que sabe como se valorizar e fazer amar. Nada mais simples!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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