Avançar para o conteúdo principal

Aquela música!

The Longest Night – Winter Solstice Inspiration:
Feelme/Aquela música! Tema: Sentimentos!
Imagem retirada da internet


Aquela música! Tenho uma para cada ponto da minha vida e elas permanecem tal como cada pessoa e cada sentimento!

Hoje recordei-me de ti, ouvi a música que partilhaste comigo, que me ensinaste a ouvir e a gostar e não me consegui impedir de sorrir. Tanto que acabámos a partilhar, as loucuras que me forçaste a viver, mesmo sabendo das minhas amarras, de como calculo, peso e meço tudo. Quebraste algumas barreiras, foste arrojado e conquistaste-me.

A amizade que nos juntou, veio das dores de relações falhadas, de milhares de palavras que tiveram sempre resposta, que nos levaram noite dentro, num cansaço de nós, mas não um do outro. Soube sempre que não nos iríamos envolver, fugi e protegi-me, recusei-me a ser a outra, a que consola e lava uma relação que tinhas ainda tão presente, dizes que fui cobarde, que te fugi para me fugir, mas eu decidi, logo cedo que NÃO, que te queria de uma outra forma e tive-te realmente.

Não nos mantivemos, foste tu que acabaste a fugir de mim, regressaste ao que te fazia infeliz, ao que te alimentava de uma forma doentia, mas que escolheras tu. Nunca te demovi, nunca te censurei, mas deixei-me sentir, por breves momentos, como seria se fosses meu, se saíssemos para percorrer as estradas novas para mim, que conhecias tu e por onde me mostravas o que tinha tão perto.

A música de hoje trouxe-te de volta e soube-me bem. Enriqueceste-me mas não o soubeste, não na totalidade, foste o que precisei em longos meses de luta interior, estiveste lá e fizeste de mim uma mulher melhor. Desculpa se não to disse antes!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…