Avançar para o conteúdo principal

Nem sempre o que parece é!

Feelme/Nem sempre o que parece é!Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet
Por vezes pensamos que a intensidade de alguém se regista nas palavras que nos oferece, ou nas que nem chega a usar porque as ouvimos sem som. Por vezes achamos que cada um dos livros que vão enchendo as nossas prateleiras, foram escritos partindo de sentimentos puros, olhando o autor bem para dentro de si mesmo e não tendo como resistir mais à torrente de sentimentos e de experiências que se acumularam. Mas nem sempre as cosias são o que parecem!

Nunca conhecemos, verdadeiramente, as pessoas que nos chegam, por escolha, ou porque tropeçámos, literalmente, nelas. Por vezes jamais chegaremos a saber o que as move, porque usaram determinados sons, o que esperam e desejam passar aos outros. Acabamos, por isso, a conjecturar, a fantasiar e não raras vezes, a darmos com os burrinhos na água. It comes with the territory.

Quantas vezes não vimos alguém achar que teria encontrado o amor da sua vida? Quem batesse de frente com a alegada pessoa certa, mas apenas para perceber que certo só mesmo o tempo em que a fantasiaram?

O melhor será não julgarmos as palavras, não lhe atribuindo sentidos que não têm. O melhor é nem procurarmos lugares obscuros, porque por vezes são apenas lugares comuns, sons habituais e rotinas dos outros, nada de mais.

Nem sempre o que parece é e se nos tocam, pode ser porque nos assemelhamos, em vivências e em caminhos, mas na maioria das vezes será apenas porque temos MUITA imaginação. Nós gostamos de direccionar as nossas escolhas para o que nos parece certo, sem as devidas avaliações, apenas confiando nos instintos. Gostamos, mas não devemos, porque do lado de lá da vida de outra pessoa, poderá nunca existir lugar para a nossa. Nem sempre o que parece é, e mais de perto, o olhar meigo de alguém poderá apenas ser um olhar sem alma nem conteúdo!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…