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Queria...

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Feelme/Queria!Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet


Vamos lá acertar isto porque eu estou oficialmente dividida! Quero-vos, aos dois, com cada uma das coisas que vos caracteriza a ambos e são muitas!

Não vou enumerar, mas sei e sinto o que cada um representa na minha vida. Um está a momentos de deixar cair a cortina, bem espessa, que o cobriu durante longos anos, impedindo-me de ver com clareza e de perceber por que razão a minha "fixação" teimava em se manter. Mas não consigo, nem tenho forma, não agora, de o deixar ir sem saber quem é realmente. Não posso deixar passar, mais um ano que seja da minha vida, a imaginar e a perguntar sem respostas. Não posso continuar a questionar-me e a sentir-me a mais burra das mulheres. Fui sempre tão determinada e prática, que a ideia de todo este tempo a deixar de viver, magoando-me por dentro, revolta-me.

Quantas pessoas, terei deixado passar, apenas porque TU te mantiveste, firme em mim, sem que eu tivesse forma de te apagar? Quantas mais, poderei deixar ir?

O meu antes ainda é nublado, mas no agora, TU, o meu outro, és claro como água. És o que mostras, dizes o que preciso de ouvir e estás para mim, sempre. Tu cuidas-me e fazes por me conhecer. Apontas para o lado certo da vida, sem o florear, sendo consistente, sendo o meu rochedo, o homem que procurei e agora arrisco perder.

Estou oficialmente perdida, assustada e sem qualquer ideia sobre o que fazer a seguir. Queria tanto acertar, decidir-me. Queria ter os "sim" ou "não" que mudariam tudo e que me permitiriam a tranquilidade emocional que me alimenta.  Queria tanto amar por inteiro, a ti, sem sombras do passado, dando-te o que eu sou capaz e tenho e enchendo-te de mim até que recebesses de volta o que já me fizeste sentir. Queria querer-te. Queria ver-te no meu futuro. Queria acordar com a tua voz e adormecer a saber que já não preciso de procurar mais. Queria perceber que te encontrei e que posso, finalmente, após duros anos de procura, chegar a casa e parar...

Os corações que deixamos partir não se curam, remendam-se e ficam com marcas palpáveis e mesmo que não sejam visíveis, estarão lá e impedirão, na maioria das vezes, que se prossiga, livre, limpo, e aceitando o que vier, sem receios e com a alma quieta. O meu está assim, mas não queria magoar o teu e por isso vou ter que decidir, se te deixo ir, se te liberto, ou se te imploro que me abraces e me protejas de mim, amando-me como só tu sabes.

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

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Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

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Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…