Avançar para o conteúdo principal

Como vai você?

Fashion photography (Natalia Semanova by Enrique Badulescu for Vogue Paris march 1999, via voguelovesme):
Feelme/Como vai você?Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet


Nunca se perguntam sobre como ficam as pessoas que vamos deixando para trás, aquelas que algures no tempo nos fizeram bem e nos amaram?

Como vai você? Tal como pergunta o Roberto Carlos numa das muitas músicas maravilhosas que canta. Eu espero que vás bem, onde e com quem quer que estejas. Espero que continues a rir como eu te ouvi fazer tantas vezes. Espero que tenhas conseguido ficar ao lado de quem te cuide realmente, que pares de ser nómada e que percebas o quanto é bom amar. Não é fácil, dá trabalho, mas faz de nós pessoas melhores.

Eu sou a prova viva de que é possível ser-se sempre igual por dentro. É possível não criar demasiadas mágoas.É possível continuar a ver as pessoas com os olhos do coração e a esperar, pacientemente, para que um dia se consigam preencher.

Cada pessoa que entra no nosso percurso, fá-lo com um propósito, mais ou menos perceptível, mas o que nos deixa só pode contribuir para nos fazer crescer, tornar-nos mais fortes e para nos irmos conhecendo um pouco mais. Cada pessoa que amámos teve direito a um pedaço de nós diferente para todos os outros. Cada pessoa a quem jurámos amor eterno, arrebatou-nos os sentimentos que lhe cabiam por inteiro. Cada pessoa que se mostrou capaz de nos arredar de um passado mais penoso, deverá ser recordada com enorme respeito.

O que eu acabei por perceber, foi que o que me deram permanecerá, mais do que uma lembrança, porque eu sei que já tive, na altura certa, quem me bastou.

Quando um dia se perguntarem por onde andará quem já amaram, então saberão que o que vos fizeram sentir foi real e valeu a pena!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…