Avançar para o conteúdo principal

Perdoa-me!

Feelme/Perdoa-me!Tema:Relações!
Imagem retirada da internet

Já não estava a aguentar mais. Já não conseguia manter-me quieta. Ainda fui capaz de aceitar a tua decisão, porque nunca a vou entender. Não entendo por que não é possível continuarmos. Não entendo a tua vontade em abrandar uma velocidade constante. Não entendo por que é que parar nos serve melhor. Não entendo porque consegues ficar sem me sentir, sem a voz que te mexia por dentro e sem os beijos que me levavam toda. Não entendo como consegues arrancar-te de mim.

Incrível como bastou olhar-te para que tudo se voltasse a encaixar, para que o meu coração serenasse e para que eu entendesse porque te amo afinal assim, porque te quis tanto e vou certamente  continuar a querer até que me reduza a pó. Perdoa-me pequenina. Perdoa-me a incapacidade de lutar por ti. Perdoa-me o não ser suficientemente "crescido" para me resolver e para atirar para o alto o que não me satisfaz, o que continuamente me puxa para a escuridão quando sei que me dás tanta luz. Perdoa-me por ofuscar o teu sorriso, aquele que bastava para me fazer sentir o mais sortudo dos homens. Perdoa-me a escolha, mas já a fiz.

Não sei se estou viciado em ti, mas ontem os minutos que pareceram segundos e horas também, serviram apenas para que continuasse a sentir-me miserável e vazio por ter que te deixar bebendo as tuas lágrimas que me molharam e incendiaram a alma. Não me apetecia largar-te, suguei a tua boca e absorvi o teu ar que me manterá mais algum tempo.

Perdoa-me meu amor, não sou tão inteiro quanto necessitas, mas serei verdadeiro quando repetir que és a mulher da minha vida, hoje e sempre!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…