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Medo é...

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Feelme/Medo é...Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet

Medo é permitirmos que alguém nos ensombre a existência. Medo é termos quem ande, sorrateiramente, atrás de nós e dos nossos passos, tentando assim demover-nos de prosseguirmos com a nossa vida. Medo é termos que olhar, constantemente, para trás de nós, receando até os nossos reflexos. Medo é deixarmos de ser nós, assumindo uma identidade que não nos identifica.

Os meus medos estão, a cada dia, mais pequenos e encolhem-se à medida que me agiganto. Desde o momento em que decidi que quem me define sou eu, que se acabaram os medos, as explicações e as mudanças de rotina. Acreditem que já fui intransigente e que repetia, até à exaustão, que não me faltaria mais nada do que estar a ceder perante alguém que não me sustentasse. Já não sou tão radical. Já não bato os pés só para provar que mando na minha vida, porque quem entrar nela, certamente saberá da forma como a conduzo.

Sou eu ao leme do MEU barco, mas já não há nisso qualquer novidade, porque sempre fui, no entanto ter quem me segure, abrace e olhe, vendo-me mesmo, seria um bálsamo. Mas parece que medo também é ter uma mulher como eu, não porque seja algo der extraordinário, digo eu, mas porque acordo e adormeço a saber o que preciso para continuar por aqui.

Sabem o que é ter medo para mim? É não conseguir preencher o coração de quem tenha arrebatado o meu, isso sim é doloroso e assustador!

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

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Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

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