Avançar para o conteúdo principal

Mundo meu, mundo meu...

Resultado de imagem para diabinha
Feelme/Mundo meu, mundo meu...Tema:Relações!
Imagem retirada da internet

Mundo meu, mundo meu, diz-me quem está mais danificado do que eu!

Quando não educamos os filhos para a frustração, eles crescem a não saber o que fazer quando as mãos se esvaziam. Quando não lhes mostramos, com atitudes, que nada é nosso, muito menos as pessoas, vamos acabar por ter adultos completamente danificados, inseguros e com um sentimento de posse que virá como resposta a todas as que não sabem dar.

Não pensem e nem sequer se atrevam a achar que isto acontece apenas neste século e com as novas gerações, porque o que há mais por aí são cinquentões e sessentões, já agora tonas também, porque não falo apenas de homens, a não saberem lidar com quem têm, ou tiveram do lado.

Mundo meu, mundo meu, quantas mais histórias ainda não sei eu?

Por muitos anos que viva, nunca conseguirei entender relações totalmente baseadas no domínio de um sobre o outro. Ninguém pertence a ninguém, porque não estamos a lidar de objectos, mas sim de vontades, com corações que batem porque bombeiam sangue, real, daquele que corre quando nos magoamos.

Quem julgar que pode ter ou escolher, alguém que seja totalmente confiável, está, naturalmente, a enganar-se. Apenas podemos ir prometendo ser, por etapas e enquanto também forem para nós. Apenas podemos ir amando, até e enquanto amar seja o que nos faz bem. Não existem prazos, nem estimativas. Cuidamos para que nos cuidem, mas estamos vivos, no mundo e sujeitos a tudo o que ele carrega.

- Se eu te fizer assim, tu reagirás assado - Que completa utopia, talvez seja por isso que tenhamos tantos enchifrados mansos. Vá-se lá saber!

Mundo meu, mundo meu, ensina alguma coisa a esta gente, uma vez que não o consigo fazer eu!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…