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Nunca conhecemos, verdadeiramente, ninguém!

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Feelme/Nunca conhecemos, verdadeiramente, ninguém!Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet

É um facto que andamos uma vida inteira com pessoas à nossa volta, do antes e do agora, de quem não sabemos praticamente nada, para não ser mazinha e ter que dizer, NADA mesmo.

Nunca conhecemos, verdadeiramente, ninguém, arrisco até a dizer que nem a nós mesmos. Isto acontecerá no seguimento de acontecimentos que acabam por nos dominar e impedir de reagir como o faríamos normalmente. (Não tarda abro um consultório de psicologia). Nunca conhecemos, verdadeiramente, ninguém, porque a vida e a forma como a vivemos e encaramos, vai vindo, e vai chegando, de mansinho ou aos sopetões, provando que somos seres complexos e com vivências muito anteriores ao hoje e ao agora. Só chegamos a entender de que forma a nossa educação nos marcou, pela negativa ou pela positiva, depois dos diversos testes a que somos sujeitos. O que nos "implantaram" como sementes na nossa mente e coração, pode condicionar-nos ou impulsionar-nos. Eu sou das que acredita, piamente, que a forma como somos para os outros, diz muito do que tivemos em excesso, na maioria das vezes, ou com demasiadas falhas. "O que o berço dá, a tumba leva".

Será?

Não nascemos do chão e por isso não somos pedras. Somos seres com sentimentos e que tivemos educadores que nos passaram o seu melhor e até o pior. Mas quando atingimos a idade adulta, e aqui deveríamos ser obrigados por lei a fazê-lo, precisamos de pensar por nós mesmos e deixar, de vez, quem já há muito nos largou as mãos. Certo? Não temos que nos escudar no que nos fizeram, porque das duas, uma, ou somos fracos e incapazes de pensar sozinhos, ou dá-nos imenso jeito culpar tudo e todos pelo produto final.

Sabem o que vos digo? Eu sou um ser pensante e totalmente autónomo. Sou responsável por mim e pelo que decido e é por isso que nunca me atrevo a culpar, quem quer que seja, pelos meus falhanços ou sucessos, até porque me foi dada a possibilidade de percorrer outros caminhos, de frequentar outras escolas e de experimentar outros paladares. Assumir que estou condicionada pela minha educação seria no mínimo motivo de embaraço. (Em espanhol significa gravidez e felizmente também já passei essa fase).

Se não conseguiram entender bem o meu raciocínio, eu vou por bonecos:

. Façam-se à vida e cresçam. Assim e de cada vez que alguém precisar de vos conhecer, já não deixarão dúvidas. Digo eu com os nervos!


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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

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Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

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