Avançar para o conteúdo principal

Nesta nova era...


Resultado de imagem para mulher desesperada na ilha
Feelme/Nesta nova era...Tema:Relações!
Imagem retirada da internet
Já passou a ser natural que nesta nova era, basicamente se comecem e terminem os relacionamentos virtualmente, afinal de contas estamos ou não estamos na era da tecnologia?

Parece ser BEM mais fácil, sobretudo para os menos empenhados, soltar palavras de puro amor, mas também de igual desprezo, a uma velocidade que deixa qualquer satélite envergonhado. Os timings agora são outros e enquanto antes apregoávamos o "devagar que tenho pressa", agora é mais, "embora lá que se faz tarde".

Nesta nova era dos amores descartáveis, fazemos quase todos o mesmo, mas esquecemo-nos de que também nós o seremos, eventualmente, por alguém, num qualquer momento. Venham daí os iluminados e expliquem-me de que forma se ama MUITO hoje e amanhã já nem se pode ouvir falar? Mas por acaso andam todos a beber água da sanita? Às tantas injectam-se com pó daquele que se usa no rabinho dos bébés, só pode ser algo assim absurdo, porque de outra forma significa que estamos a sofrer de excesso de poluição.

Estou a tentar ser engraçada, mesmo que não ache graça alguma à falta dos tim-tins, seja nos homens seja nas mulheres, porque quem é crescido, responsável e bom carácter, não inflige aquilo que não quer ver infligido. Ou será que quer? Será que somos, todos, uma cambada de masoquistas e gostamos, MESMO, de sofrer? Calma aí que o plural não pode ser aplicado, não a mim, porque sofrer provoca-me urticária.

Nesta nova era estamos continuamente insatisfeitos e apenas queremos o que não nos pertence. Mas o mais irónico, é que depois de o conseguirmos, decidimos que afinal é incómodo. Não dá muito jeito. Perturba as rotinas e exige demasiada entrega. Sabem o que vos digo? Vão mas é viver para uma ilha deserta, sem internet para ver se aprendem qualquer coisa!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…