Avançar para o conteúdo principal

Sou eu que sou estranha?

Resultado de imagem para mulher deitada na areia
Feelme/Sou eu que sou estranha?Tema:Sentimentos!
Imagem retirada da internet


Sou eu que sou estranha? Se a resposta for sim, então gosto e não me importo NADA!

Não sei do que são feitas as pessoas agora e porque consideram que são mais importantes do que todas as outras. Não sei porque acreditam, piamente, que têm razão em tudo e nem chegam a ouvir do que falam os outros. Não sei se planeiam, a médio prazo, ficarem sozinhas e a falarem para o boneco, porque monólogos já têm. Não sei nada e cada vez menos, dos muitos que andam por "aqui" e com os quais, inevitavelmente tenho que conviver.

Sou eu que sou estranha? Que seja, porque não vou mudar uma vírgula ao meu comportamento e não se trata de arrogância, mas a realidade é que eu não piso, não me imponho, não invado e não menosprezo. Se me deixarem quieta e sossegada, passo entre os pingos da chuva e nem dão por mim. Eu respeito o tempo dos outros, sou capaz de me calar para que falem e não entro de rompante nos seus espaços. Não roubo e não minto. Omito para não me maçar demasiado e para não ter os ouvidos cheios de lérias, porque falar, juntar letras, umas às outras para formar palavras, parece ser cada vez mais uma incapacidade para muitos.

Se houver por aí alguém que diga que me impus, que exigi ou que entrei a matar sem apelo nem agrado, pode já por a mãozinha no ar. O que certamente existirão e muitos, são os desagradados com as minhas recusas e falta de paciência, é que nem eu sou de ferro.

Educação e respeito pelos meus pares até tenho, e aos magotes, mas quanto à tolerância, já estou a aprender a contar em japonês...

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…