Avançar para o conteúdo principal

Quando eu era mais nova!

attractive, beautiful, fashion
Feelme/Quando eu era mais nova!Tema:Me!
Imagem retirada da internet

Quando era mais nova tinha a ideia, que hoje sei ser absurda, de que não precisava de ninguém, que era feita de uma massa muito própria e que me carregava de super poderes sempre que tinha que me superar. Que maravilhosa inocência e que saudades tenho de mim!

Estar na pele de quem acredita no melhor do mundo, vendo para além de todos, numa linha de horizonte que não termina, achando que os outros não sabem de nada e que iremos onde desejarmos, isso é que deveríamos ser capazes de incentivar, ao invés de refrear. Se ajudássemos os nossos a criarem asas, acreditando serem capazes de voar, a felicidade na vida adulta seria bem mais tangível. Tal como as crianças não receiam as acrobacias e conseguem saltar bem alto, sem qualquer noção das dores que as quedas provocam, bastaria que já tivéssemos experimentado a capacidade de ser, para o continuarmos a querer.

Quando era mais nova, percebi que ninguém me impediria de sonhar, que ao menos isso seria capaz de fazer sozinha, sem interferências e colocando quem quisesse no meu cenário. O que me ficou de então foi a capacidade de ainda manter o que é muito meu e que faço de todas as vezes que quiser, sem julgamentos, sem que precise de me explicar, porque esse poder eu tenho e manterei enquanto me reconhecer.

Hoje sei que preciso de toda a gente e que cada uma, na sua forma única, servirá para que eu seja mais completa, respeitando-as até nas falhas. Se eu puder ajudar umas quantas, passando-lhes os sonhos que também lhes servirão, então acrescerei ainda mais um poder, o da multiplicação e acabarei eu mais forte.

Quem achar, agora depois de crescido, que precisa de toda a gente, que sorria porque certamente não terminará sozinho!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…