Avançar para o conteúdo principal

Quem és tu?

Black and Silver Ring
Feelme/Quem és tu?Tema:Sentimentos!

Quem és tu?

Já me fiz essa pergunta vezes sem conta. Já analisei, olhei por dentro e por fora, durante muito tempo, mas não demasiado e a resposta passou a ser clara, tu és quem eu quero, mas não és de quem preciso.

Tens o poder de me tirar o ar e de me deixar sem rumo. Consegues desviar-me do importante e levar-me a desistir até de mim, apenas para te poder ter. Incendeias o meu desejo de ser amada, porque isso sempre soubeste fazer bem, tão bem que acabei a querer-te mais do que realmente precisaria de te ter. A verdade é que quero ter-te mesmo que não dependa de nada que venha de ti, nem para ser feliz. Quero poder sentir o que sentias por mim. Quero ver-me no reflexo que vem de mim através de ti. Quero saber que sou a pessoa que movimenta a tua pessoa e que te leva até onde mais ninguém conseguiu. Quero tanto, até de precisar de ti, sempre e para sempre, mas a verdade é que não preciso.

Não preciso de quem me vire do avesso e me faça questionar tudo o que faço. Não preciso de quem duvide da palavra, amo-te, a mesma que esbanjo como sinto. Não preciso de quem não me escolha sempre e que apenas veja nuvens negras quando não me consegue ver. Não preciso que não entendas que terei que ser mais importante do que tudo o que é importante e que apenas assim quero ser amada. Não preciso que escolhas o que não me inclui, porque quero estar incluída em tudo.

Quem és tu?

De que forma consegui querer-te mais do que precisava, é que na verdade não preciso de dor, apenas de muito amor no formato que me vendeste. Não sei quem eras quando chegaste, mas sei-o agora e é por isso que continuo a não precisar de ti, já não...

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…