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E agora?

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Feelme/E agora?Tema:Sentimentos!

E agora, espero ou desisto já? Não seria cobardia maior do que a tua quando escolheste não me escolher? O que sinto agora? Não sei, curiosidade de te olhar, bem dentro talvez. Vontade de te ouvir e ver sorrir, de te tocar e de entender, tentar entender...

Tudo o que não se completa, acabará eventualmente por nos ensombrar. Não adianta adiar, contornar, olhar para o lado, se não o enfrentarmos, voltará tantas vezes quantas precisarmos para realmente aprender alguma coisa.

Não quero viver na dúvida, não quero continuar a morrer todos os dias um pouco mais. Não quero arrepender-me do que não fiz. Quero ser a condutora do meu destino, consciente de tudo o que me faz realmente feliz.

E agora, como é que reverto o que parece irreversível? Do que será que preciso mais para poder saber como te trazer? E agora, como é que te digo o que já não pareces capaz de ouvir? E agora, como é que me impeço de te deixar de amar? É que ainda temos muito para ser até que nos deixemos de todo!

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Quando já não importar!

Se eu passar mais do que 2 horas sem pensar em ti. Se não apareceres nos meus sonhos. Se deixar de te chamar à atenção pelo que me falhas dar. Se procurar programas que não te incluam, então é porque deixei de me importar e quando acontecer, já nada poderá colar as peças outra vez. Isto é o que chamo de sobrevivência emocional!

Quando entrei na tua vida, foi para ocupar o espaço que tinhas vazio. Foi para me acrescentar, dando-te até o que não te atreveste a pedir e é apenas assim que concebo uma relação. Quando entrei na tua vida foi para termos muito de nós para cada um. Uma relação deverá incluir-nos em todos os momentos, crescendo connosco, sobrando em prazer e em partilha. Numa relação ampliamos o desejo de nunca sairmos um do outro, criando um lugar e um espaço que será apenas e sempre nosso. Uma relação será incluirmos os que já faziam parte da nossa vida, os meus e os teus, aprendendo a misturá-los e usufruindo do que nos oferecem.

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Mais 1 ano e este passou a uma velocidade assustadora. De repente estou mais velha e atravesso, como se estivesse numa outra dimensão, tempestades, mas pareço sobreviver a cada uma.

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